A espera que meu peito acalenta

De tormentas e tempestades açoitadas

Por mil adagas que, sem rumo, vão ao leito

Do lamento de minha sina desalmada.

Do provável que se faz a confissão

Chora e reza por mais ventos favoráveis

Que queima a febre, o corpo entre saudades

Como quero-quero que no peito se debate.

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Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*