Doce ilusão, vinho em pétalas

Dê-lhe um beijo e diga adeus

Bebo o amor em antiga sépala

Ela dorme em sonhos meus.

Neste cálice, róseo fogo

No portal do inferno ateu

A rosa traz-me mau agouro

Pois que é igual ao rosto teu.

Queixa-te da timidez astuta

Em que cobriste o teu astral

E eu, do mal que me assusta

Que é lembrança, tão igual!

Àquele dia em que, bem rubra

Morreu a rosa no quintal.

*******************************************************************************

Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*