Quando Agosto chegar

E o agouro vencer

Quando o inverno pesar

Nas entranhas do ser.

Quando a bruma acabar

E a minha alma sorrir

Quando a chuva cessar

Para em rio afluir.

Quando a lembrança passar

Quando a sina não vir

E mais nada importar

Da paixão que vivi.

Quando o negror que está

Impregnando as estrelas

Junto aos céus dissipar

Em atração de almas gêmeas.

Quando, um dia! Há de vir...

E no ardor padecer

Sentirás o meu beijo

Sobre a pele escorrer.

Quando meu corpo morar

Em Agosto, em seu ser

Mais feliz vou estar

Se ao seu lado morrer.

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Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*