Fuck You... Cause I Can
2 With Near
Notas iniciais
Enfim, espero que gostem desse N & M
Uma coisa que Mello, e acredito que Near, nunca irão entender, é a praticidade em ser um bosta. A magnificência de andar por cacos de vidro sem ter medo de se ferir, ou a delícia de um cigarro ao vento, enquanto lágrimas vazias correm por seus lábios cheios. Cheios de palavras, de saliva, de vontades, de sabores. Ser o terceiro da Wammys está para mim como um chocolate para o loiro, ou um brinquedo para o albino. Sim, é exatamente isso que expus em palavras. Nós saímos da Wammys, mas a merda do orfanato não sai da gente. Serei sempre o terceiro.
- E então Matt, gostando de morar aqui?
Admito que fiquei um pouco perplexo com sua expressão. Ok, nunca fui bom de verdade em captar o que as pessoas estão querendo dizer nas entrelinhas, mas acreditem, sempre tem algo subliminar em frases como essa. Em frases como essa saindo da boca de um serzinho que aparentemente é frágil, mas na realidade... Pode controlar o mundo inteiro.
Pensei durante uns três segundos. Aparentemente é uma pergunta meio óbvia e um sim ou não basta para pelo menos eu não agir como um completo sem educação, porém, as coisas sempre tem um maldito porém. Resolvi tentar atuar para aquele pequeno, e então, ver se consigo captar mais prazer e satisfação. Sentei ao lado dele no chão e quando digo ao lado, digo que minha boca encostava-se a sua orelhinha. O cabelo alvo dele tinha cheiro de maçã verde. Maçã verde. Um enorme contraste com chocolate, não Keehl?
- Estou adorando Nate, na verdade, acho que finalmente me sinto completo aqui. Nunca tive uma família de verdade e você e o loiro perfazem minha vida de uma maneira... Sem igual.
Jogue verde.
- Sério? Que bom Matt, mas... O que você sente por Mello é fraternal?
Regue as plantas.
- È. Apesar da implicância, do jeito autoritário, da falação infernal sobre você e aquele maldito chocolate, eu o adoro. Ele é como um irmão.
Tenha calma e espere crescer.
- Então... Porque vocês dormem juntos todas as noites?
Colha o fruto.
- Algum problema nisso, N.?
Maduro e doce.
- Na verdade sim, M.
Bem doce.
Near virou-se de frente a minha face, que nesse momento da história, já estava colada ao seu pescoço, soltando palavras e bafinhos quentes que faziam seus escassos pêlos arrepiarem e eu, excitar-me. Sua boca chegou bem próxima a minha e antes de um beijo ocorrer, ele ainda teve a audácia de dizer.
- Nunca quis tanto um brinquedo quanto quero você.
Existe uma linha tênue entre o pornô no duro e o pornô suave. O primeiro te leva a uma masturbação frenética, daquelas que você pode estourar uma veia fazendo. Seu pau fica duro em minutos e então você fica lá como um idiota movendo sua mão de baixo pra cima, de cima para baixo. O gozo sai e você não sabe direito se limpa na coberta, na roupa ou vai lavar. Você deseja em pensamento que da próxima vez que aquela porra branca sair, ( redundância rsrs) você tenha uma gostosa peituda pra engolir tudo, ou no meu caso, o Mello.
O suave, com conversas ao pé do ouvido, gemidos leves e mordidas que variam entre infantis e sadistas, pode te levar ao inferno e aos céus em horas de sexo, suor e gritos. O suave tem uma coloração apagada e você nunca sabe se chegou ao fim, pois tem poucas emoções a demonstrar, mas um imenso prazer em felaciar. Suas provocações não têm limite e quando achas que acabou, parece querer mais. Nada é bruto, tudo é substancial e entorpecente. Como cheiro de maçãs verdes.
Nossos beijos eram lotados de carícias. Minha mãos vagavam sem pudor aquele pequeno serzinho magro e pseudo inocente. As dele? Ficavam em meu cabelo ruivo, hora puxando-o e hora fazendo o tal cafuné. Aquilo era complexamente hilariante e sincero e apesar de bobo, me deixou louco. Dos mamilos, passei a tocar, por cima das calças, seu membro, ainda não desperto. Near começou a gemer e aquilo foi demais pra mim.
- Quero foder você Nate.
Parei um segundo para pensar no que eu tinha dito e sim, foi besteira, mas agora dane-se.
Near olhou pra mim com uma cara safada que eu não imaginava que existisse dentro dele, e como um diabo que acaba de se libertar, disse.
- E eu quero que você me foda.
Comecei a me despir e vi que ele fez o mesmo. Apenas de calças e cuecas, joguei todas as coisas que estavam na mesa redonda e grande do QG no chão e então sentei lá e fiz um sinal para que Near deitasse. Ele, apenas com uma cueca branca, deitou na mesa. Corado e seminu, me uma deu ideia do que fazer com ele. Foder, foder, foder e foder. Idéias melhores?
Mello. Se ele descobrisse, eu estaria perdido. Por mais que eu ache que ele tem uma queda pelo albino, eu meio que pertenço a ele, e isso seria meio errado não? Bem, ai está à vantagem em ser o terceiro. Quem não tem nada a perder, pode correr certos risco. Eu não perderia Mello. Ele poderia ter um ataque, me espancar e ir embora, mas no fim voltaria. Ele ganharia um caso e perderia outro. Ganha um coração e perderia, duramente, outro. E no fim, destruído, com um chocolate em mãos e os cabelos loiros em corte Chanel, ele voltaria pra mim, ou para Near, ou não voltaria e morreria a caminho do inferno. Não importa. Nada importa. Essa coisa de amor é superestimada demais e eu não quero pensar agora. Quero ser o bosta, o terceiro, o zero a esquerda com sorte. O cara, que vai sentir prazer.
- Pensando em Mello?
Merda. Esqueci que transar com um gênio traz como conseqüência dissimular reações.
- Sim. Isso não é certo, mas acho que ele também não resistiria.
Nate riu. Riu como uma criança.
- Mello não resistiria a mim Matt?
- Ninguém resistiria a você pequeno Deus do sexo.
E se não da pra ganhar no QI, que os elogios o ganhem, não?
Enfim, voltamos aos beijos e logo comecei a masturbá-lo. Frenético e aceleradamente. Ele gozou rápido e com o gozo, o lubrifiquei. Não seria sua primeira vez na arte do sexo, mas eu já esperava por isso. Os inocentes são com certeza os piores, pois nunca sabemos o que esta por vim dessas mentes irrefreáveis e fugazes. Comecei a massagear a entradinha rosada dele, que loucamente, me lembrou um botão de flor. Eu queria colocar o dedo naquela flor. À mão inteira.
- Vai Matty, coloca os dedos.
Fiz o que ele mandou. Primeiro um, dois e por último o terceiro. Porque nunca se coloca o quarto? Em minha opinião tinha que por até o cotovelo. Quem manda ser uke? Quem manda nascer com cara de quem gosta da coisa? Eu nasci assim? Não reposdam.
_ Ahh Matty...Vaiiiiiiiii
A que criatura mandona! Pior que o Mel... Impossível.
Coloquei meu membro ereto de uma só vez dentro dele, para ver se assim, os pedidos incessantes paravam e admito, foi uma ótima foda. Near tem o dom de gemer como uma virgenzinha no cio, enquanto pede para estocar mais forte e fundo. Eu, como um mero mortal, apenas assentia e fazia tudo. Começamos com o básico, deitadinhos e delirando, depois ele cavalgou em mim como uma vagabunda quicando e por fim, de quatro,gozei dentro dele que para sua infelicidade, gozou em cima de uns papeis da investigação. Eu ri disso e viva a filhadaputagem.
Notas finais
Enfim, comentem e podem me dar ideias, eu adoro isso =)
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