Notas iniciais
Fic totalmente de minha autoria, sem plágios.
Espero que gostem.
XOXO

Meu nome é Rose, mas especificamente, Rose Hatheway Monroe. Tenho dezesseis anos, e hoje, vi minha vida mudar completamente seu rumo. Meu pai morreu.

Na verdade, eu sabia muito bem que ele nunca fora uma pessoa querida; cheio de inimigos, pouquíssimos "amigos", e ainda tinha sua amante, Adrian Jackson — que eu conhecia muito bem, por ser mãe de Amy, uma colega de escola.

Enquanto todos choravam ao redor do imenso caixão negro, eu escutava Sex Pistols em meu Ipod e fumava o cigarro que minha amiga — Haven — havia me dado.

- Rose? — ouvi uma voz masculina

Me virei e me deparei com os lindos olhos azuis-topázio de Iago. Ele abriu um imenso sorriu e passou seus braços envolta de minha cintura, me abraçando.

- Ahn... oi Iago.

Eu não sabia exatamente se queria seu corpo junto perto do meu. Não depois do que ele havia feito comigo, me trocado por aquela idiota da Marianna, e ainda tinha ido para a cama com ela na semana passada.

Percebi que o garoto havia franzido a testa e depois se distanciou de mim. Rapidamente.

- O que eu fiz?

Ele havia feito novamente a cara de "cachorrinho sem dono", e que por sinal ele fazia muito bem, além de me deixar toda derretida.

- Bem, nada. — sorri, o que era verdade — Eu só tenho que ir.

Apontei na direção de minha irmã mais nova, Meredith, e corri até ela, Enquanto via Iago se distanciar, ainda me olhando, lágrimas quentes brotaram de meus olhos e começaram a escorrer sobres minhas bochechas.

- O que foi Rose? — perguntou minha caçula

- Meu olho está ardendo. — abri um sorriso amarelo

Fui ao encontro de minha mãe e Lia. Elas estavam sentadas ao lado de meus tios, Josh e Sidney.

- Olá queridas. — disse mamãe

Reparei que ela não chorava. Mamãe nunca foi uma pessoas chorosa, sempre madura, e isso era uma de suas melhores qualidades. Ou talvez devesse ser por raiva, já que a cara de pau da Adrian Jackson teve coragem de aparecer no enterro, além de trazer sua estúpida filha, Amy.

Como uma boa filha e irmã, abracei minha mãe e Lia, que chorava.

Já haviam passado quase duas horas, e todos já haviam ido embora. No lugar, estava apenas eu, minha mãe, Lia e Meredith.

- Nós vamos se mudar. — anunciou minha mãe derepente

Sem mais nem menos, ela seguiu até sua caminhonete meio velha, e todas nós fomos atrás. Me sentei junto com Meredith, enquanto Lia ia no banco da frente.

O caminho até nossa pequena casa foi percorrido em silêncio, até que paramos e mamãe finalmente disse algo:

- Nós vamos para Orange County.

Eu ri da cara da minha mãe, quero dizer, atá que iamos nos mudar para a Califórnia no meio do ano.

Morávamos em uma cidade minúscula, no interior de San Francisco; não erámos ricas; e agora que me pai morreu, não tinhamos sequer um centavo. Como iriamos nos mudar para a Califórnia?

Antes de minha mãe dizer qualquer outra coisa, o telefone tocou. Como de costume, corri para atendê-lo, mas me arrependendo um segundo depois. Logo que disse alô, ouvi a voz de Iago.

- Vou me mudar. — foi a primeira coisa que falei

No começo, parecia que o telefone havia ficado mudo, mas depois ouvi um "nossa" vindo da outra linha.

- Alô?

- Preciso te dizer algo, importante.

- Mais importante do que eu me mudar.

- Depende.

Eu não tinha idéia do que poderia ser, mas simplesmente respirei fundo e falei um "fala" baixinho.

- Marianna está grávida.

Eu não sabia se fora por impulso ou simplesmente por raiva, mas quando escutei a palavra grávida, bati o telefone fortemente no gancho e corri para fora de casa.

Ao longe, havia um matagal imenso, onde eu tinha certeza de que havia animais tipo cobra ou aranhas, mas eu não estava nem aí, só queria me esconder. Pulei alguns matos enormes, e logo saí em uma enorme rua de terra. Por onde passava uma Ranger.

- E agora?

Eu sabia que estava sendo louca, quero dizer, eu não amava o Iago. Amava? Mas a primeira coisa que fiz, foi me colocar em frente à caminhonete, e depois, eu tive certeza de apenas uma coisa: eu morri.

Notas finais
E então?