Notas iniciais
Oiii feliz por estar escrevendo estava morrendo de saudades :|

Meninas esses dias minha vida anda de perna para o ar, minha mãe esta novamente internada por isso que não ando escrevendo quase nada :|
Espero a compreensão de todos.
Grata por todo carinho ^^

Puro desejo

Aline olhava Victor que estava ao telefone, desde que ficaram afastados Victor voltou a trabalhar como um louco, foi engraçado quando ela voltou ao escritório, Augusta que antes não a suportava ao vê-la quase pulou de alegria, só depois ela veio saber o motivo, segundo os funcionários, desde que ela esteve afastada, Victor se tornou um verdadeiro carrasco, ao ponto de dois funcionários quase pedirem demissão.

Olhando ao homem que estava falando ao telefone energicamente, não pode deixar de sorrir, amava-o.

A cada dia que passava tinha certeza de seu amor, isso a assustava e ao mesmo tempo a deixava feliz.

Era uma mistura de vários sentimentos, além de posse, nunca em sua vida tinha sido tão ciumenta e possessiva como o estava sendo, porém não era a única, Victor estava a cada dia pior, ainda se lembrava da pequena discussão que tiveram antes de ir ao escritório.

Como estava muito calor, ela tinha resolvido ir de vestido, porém quando Victor viu o comprimento, simplesmente falou para ela ir se trocar por algo que fosse decente.

Aline não estava sendo esses dias uma mulher obediente pensou sorrindo quando falou a ele que não ia se trocar, ele quase teve um ataque de raiva, mas no final ele apenas se virou dizendo para não reclamar depois.

Ela amava esse poder sobre ele, ela sabia e tinha certeza absoluta que ele jamais a machucaria.

Ela sabia que poderia agir assim com ele, mesmo Mara falando a ela que ele era perigoso ela tinha plena confiança nesse homem.

Confiança até demais para seu gosto.

Ainda pensando em tudo isso percebeu que ele evitava olha-la, estava irritado ainda com o acontecimento.

Sorrindo foi até a sua mesa, mas logo seu telefone tocou.

Assim que atendeu reconheceu a voz e não pode deixar de ficar feliz com a pessoa do outro lado da linha.

- Acho que você esta me devendo um almoço ou jantar, afinal quase fui estrangulado e perco minha vida para ajuda-la.

- Por isso é bom levantar-se dessa cadeira e vir ao meu encontro, disse ao mesmo tempo que informava o restaurante onde queria ir.

Aline enquanto ouvia Danilo não pode deixar de prestar atenção em Victor que ao ouvir seu telefone tocar, logo desligou o seu e passou a concentrar-se nela, sua cara era de descontentamento.

Eis que ele andava assim, controlador, obcecado achando que ela tinha outro ou algo assim.

- Não acho que seja no momento uma boa ideia, entrarei em contato com você falou vendo Victor se aproximar dela e pegar o telefone de sua mão, antes que ele conseguisse falar algo Aline tomou de sua mão e disse.

- Victor tudo tem limite, se é assim melhor você colocar uma câmera vinte e quatro horas e fim de problema! Disse quase gritando e bem nessa hora um empregado entrou no escritório ficando de boca aberta quando Victor respondeu.

- Se for preciso acho que farei isso mesmo, talvez eu pense até em te colocar um cinto de castidade.

Não aguentando suas ideias malucas, Aline acabou caindo na risada e Victor mais irritado ainda, desligou o telefone que até o momento já tinha sido desligado.

- Fique longe dele Aline, estou falando serio, não me desobedeça nesse sentido, eu não sei qual é o jogo dele, mas seja qual for eu não perdoarei, ele sairá ferido, qualquer um que se atrever a querer o que é meu sairá ferido!

Como ele sabia quem era? Não teve tempo de perguntar, pois assim que Victor notou o empregado em seu escritório falou gritando.

- A próxima vez que for entrar, bata na porta! Ou isso é muito difícil para você? Ainda irritado por outra pessoa presenciar seu ataque de ciúmes gritou.

- Se não tiver resposta, simplesmente de a volta e vá embora!

Olhando ao empregado, cheguei a ficar com pena, para tentar ajudar fui a sua direção pegando a pasta com os documentos para a finalização de um acordo, mas Victor se adiantando pegou e abriu verificando se tudo estava bem, Leonardo que esperava ansiosamente para poder sair não teve tanta sorte.

Nem terminou de olhar tudo Victor irritado começou reclamar da incompetência e da falta de atenção, mostrando pequenos erros que até Aline ficou passada, quando ele queria achar defeito ele era perito nissopensou vendo Victor jogar a pasta o mais longe que conseguia, fazendo com que essa caísse no chão, não antes de dar um ultimato final para seu empregado.

- Esse documento é para ser entregue amanha, na parte da manha!

- Refaça-o não importa se ficara aqui de madrugada ou o que tenha que fazer, faça como eu pedi! Caso contrario só me apareça aqui com a sua carta de demissão!

Aline olhando foi até o documento e pegando os papeis que estavam no chão ajudou ao empregado que agradecido apenas a olhava sem nada comentar, este estava passado demais para poder falar algo.

Seja o que for que estivesse irritando Victor, estava ficando irritante para todos.

Victor olhando Aline se agachar, ficou fora de si, primeiro ele conseguia ver da onde estava a sua calcinha!

Segundo o idiota de seu empregado a olhava com adoração suprema e por ultima não menos pior. Ela sorria ao infeliz como se o conhecesse há décadas!

Irritado foi em sua direção e a pegando pelo braço a puxou dizendo: ele tem mãos se você não percebeu, e ganha muito bem para isso, se não aguenta ele pode sair e não voltar mais!

Me virando para enfrenta-lo, vi que ele estava fora de si, irritada e cansada com tudo isso falei.

- Todos nós podemos fazer isso, inclusive eu certo? Por que aguentar esse seu mal humor não tem preço que pague!

Leonardo ao ouvir isso não conseguiu segurar um sorrisinho so qual Victor viu e irritado por Aline ter respondido bem na cara do idiota falou a esse.

- Sai, e só volte com isso pronto! Um tema sobre o que aconteceu hoje aqui dentro e você vai se arrepender, Leonardo saiu como se sua vida dependesse disso, deixando Aline e Victor sozinhos ambos se olhando e encarando.

Victor irritado com a coragem de Aline a agarrou, levando-a para o sofá que havia em seu escritório, Aline irritada tentou escapar, mas com a força de Victor não conseguiu, o máximo que conseguiu foi cair sentada em seu colo, sentindo-o duro e irritadamente sexy.

Em cada tentativa para escapar pior ficava sua situação, percebendo que isso era engraçado para Victor começou a soca-lo no peito, sem dó, nem mesmo assim ele a soltou.

- Me solte seu idiota, bruto!

Victor olhando para ela sorriu, e abraçando-a fortemente, mordeu com força sua orelha tirando dela um grito de dor, supresa e prazer.

Ainda nessa posição Victor falou próximo ao seu ouvido.

- O que mais eu sou Aline? Diz eu quero saber.

Irritada e não querendo entrar em seu jogo, tentou se soltar mas foi impedida, Victor de algum modo a abraçou tão fortemente respirando agora aceleradamente.

- Sei que estou insuportável, mas alguma vez eu te machuquei? Ofendi?

Ela não precisava pensar muito para responder a isso, ele estava insuportável, mas quando se tratava dela ele nada fazia, não tinha a ofendido ou feito algo do estilo.

- Não! Mas mesmo assim, não esta vendo que as pessoas estão ficando magoadas e com isso irritadas?

- Se continuar assim vai perder seus funcionários, até encontrar outros é tempo, etc.

Victor achando engraçado riu de sua teoria, ela era bobinha demais, pensou sentindo seu perfume e louco para fode-la ali mesmo.

- Eles ganham muito bem Aline, tão bem que em outro locais não teria tanta mordomia, acredite eu pago muito além do que é exigido, mas o preço é esse, profissionalismo, dedicação e não levar nada para o lado pessoal, se quer ótimo se não quer sabem o que fazer.

- Se acha que sou insuportável deveria ver Mara quando esta em seus dias, disse agora rindo ao ver a indignação de Aline.

- Esqueça isso e se concentre em nós, eu quero te foder, disse ele abaixando seu vestido.

Irritada que nada do que ela falou adiantou, Aline bateu em sua mão evitando que conseguisse abaixar sua alça do vestido.

- Bem acho que tem razão vamos nos concentrar em nós!

- Mas antes de irmos para a parte boa, precisamos falar!

- Quando vai começar a se abrir comigo? Sei que algo esta acontecendo, e não é apenas seu ciúmes, não sou tonta Victor, eu quero saber o que passa!

Victor não estava supreso, ela o conhecia como ninguém, se isso fosse antigamente ficaria com medo de uma pessoa poder conhece-lo tão bem, mas era interessante pois ele desejava que essa mulher o conhecesse, entedesse ele como ninguém, o fato dela saberq eu não era apenas ciúmes o deixava feliz, isso significava que ela estava de algum modo sempre prestando atenção nele, neles.

Sorrindo como um tonto ainda ouviu ela perguntar.

- Victor eu estou aqui não estou? Estou aqui para você, disse tristemente e cansada.

- Seja o que for que estiver te incomodando, não esta sozinho, tem que confiar em mim.

Victor estava realmente cansado, estressado vários eram os motivos, ele tinha medo de perdê-la, estava a cada dia mais viciado nela e o pior, para ele Aline o pertencia, ele queria quebrar a cara de qualquer um que se atrevesse a toca-la, queria gritar ao mundo que ela era proibida!

Mas esse não era o único motivo de estar assim, desde que tinha colocado Leonel para descobrir quem tinha causado o acidente que quase matou sua amada, esteve decepcionado e atormentado, tudo indicava que seu pai estava envolvido e se assim o fosse por todos os santos ele era capaz de mata-lo mesmo sendo seu pai.

Ainda não era nada confirmado, mas a verdade estava mais próxima e ele esperava não ser isso, ele não sabia o que ia fazer, sabia que seu pai não era um cidadão exemplar, mas isso estava além do que imaginava, já tinha perdoado muito as burradas que ele no passado tinha causado, mas ele sabia bem dentro do seu coração que ele jamais perdoaria alguém que coloca-se Aline em perigo, ela era a sua maior fraqueza e ao mesmo tempo a sua força.

Victor distraído em suas teorias, nada falou, mas sentiu Aline tocando seu rosto o olhando preocupada, ambos se olharam fixamente quando Aline falou.

- Estou ficando com medo Victor, a cada dia que passa esta mais e mais insuportável, se não quer eu por perto entenderei, mas ao menos me deixe saber o porque, as pessoas estão começando a reclamar, a produtividade esta caindo, esse não é o Victor que eu quero, disse triste.

Victor olhando a ela, sorriu. Ele queria saber de onde ela tirava essas ideias, como ele não ia querer ela por perto?

Ele morria por sua companhia, ele só se sentia completo quando sabia onde estava, com quem estava e de preferencia com ele.

Tinha que ter total controle, sempre...

Ele era um filho da puta doente e sabia disso, mas ele sabia que a culpada era ela, ele nunca se sentiu assim por outra mulher em sua vida.

Não ao ponto em que se encontrava.

Tocando seu rosto perguntou.

- Para você também? Também estou me tornando insuportável?

Ela queria dizer que sim, mas estaria mentindo, mesmo ele estando assim ela o amava, estava apaixonada e se excitada com cada ato dele.

Mas não queria ele neste estado, pois sabia que esse não era o Victor que ela amava e confiava, ele estava estressado com algo, alguma coisa estava o incomodando ao ponto de ficar assim e ela queria saber o que era.

- Sabe a resposta falou abaixando a cabeça, mas logo foi levantada por Victor que disse.

- Responda! Para você também?

Ela não conseguiria mentir, devido a isso balançou a cabeça negando, mas mesmo assim Victor queria ouvir de sua boca a resposta.

- Não, para mim você nunca é ou será insuportavel!

Victor feliz em ouvir isso, a beijou delicadamente nos lábios, mordendo-os e ao mesmo tempo se mexendo levemente para sentir seu pau se esfregando em sua bunda.

- Boa menina, muito boa.

- Sempre seja assim Aline, eu sempre tenho que ser o primeiro em sua vida, o único para ser sincero disse rindo quando ela revirou os olhos indignada com sua forma de falar.

Segurando-a mais forte e serio Victor disse nunca tirando os olhos dela.

- Eu não sei o que vai acontecer, mas de uma coisa eu tenho certeza.

- Eu não vou nunca mais deixar que você saia da minha vida, eu estou disposto a te dar o que desejar, contanto que seja minha em todos sentidos.

- Eu não dividirei nunca e querendo ou não, não respondo por mim caso um dia você me traia, entendeu?

- Nunca faça isso caso contrario eu enlouquecerei, eu não terei controle sobre mim, nem sobre o que serei capaz de fazer com você.

- Eu não quero jamais te machucar, eu prefiro morrer ao ter que ferir-te.

- Jure, jure amor que nunca deixará outro homem a tocar, jure que ninguém além de mim a beijará, terá seu corpo.

- Jure e eu confiarei em você, por mais que meu ciúmes queira matar qualquer um que chegue perto de você, se você jurar eu acreditarei, você nunca me deu motivos para não confiar.

Estranhando, Aline não pode deixar de perguntar.

- Não? E Danilo?

Victor olhando para ela sorriu e falou.

- Acha mesmo que não fui a fundo pesquisar qual é a dele?

- Querida se eu tenho um inimigo eu vasculho o que for preciso em sua vida, tudo que for preciso e por acaso descobri que ele é gay, disse rindo ao ver Aline chateada por ele saber.

Aline tentando sair de seu colo foi novamente impedida, cansada de tentar fugir perguntou.

— Então por que não posso ter amizade com ele? Se já sabe um motivo a mais para que eu posso tê-lo como amigo.

Victor olhando para ela, balançou a cabeça se recusando a aceitar.

- Pelos boatos ele quer ter um filho, bem que eu saiba isso não vai conseguir de um homem, e se quer um legitmo tem que ser de uma mulher, se não me engano você e ele se deam muito bem, logo não chegue perto dele e ponto final.!

- Você esta louco? Que eu tem ele querer um filho? Por acaso eu falei que eu queria um filho? Droga Victor você é um doente louco! Disse conseguindo se soltar, mas Victor irritado de ouvir isso, se levantou indo até a porta de seu escritório a fechando.

Aline percebendo isso falou gaguejando.,

- O que pretende fazer? Não me faça ter que gritar!

Não importava o quanto ela gritasse, ele estava irritado de ouvir de sua boca esses insultos, ele falava a ela para não se envolver com outros homens e essa não aceitava, pelo contrario o ofendia!

Indo até sua escrivaninha pegou o telefone e ligando para Augusta falou.

- Desmarque qualquer reunião de hoje e não quero ninguém me incomodando por pelo menos duas horas.

Augusta ainda tentou dizer que ele tinha uma reunião importante, mas Victor desligou antes que tivesse a oportunidade.

Victor olhando para ela, sorriu e que sorriso, ali estava o homem possessivo, dominador, controlador e quente para mostrar que ele era e sempre seria a prioridade numero um dela.

- Podemos fazer de duas formas minha querida, por bem ou por mal, qual escolhe.

Aline estava excitada já eram dias sem sexo quente, ela queria gritar por mal, bem mau, quanto mais melhor, mas pela primeira vez sentiu-se sem graça, afinal isso era para ser uma discussão certo?

Nâo querendo ar o braço a torcer, disse.

- Nenhuma das cosias uma vez que nada vai acontecer!

Victor sorrindo, foi em sua direção mas antes que pudesse chegar próximo viu Aline correr tentando abrir a porta, mas era impossível ela tinha tirado a chave e guardado em seu bolso.

Pegando a chave, balançou no ar rindo .

- Era isso que a minha putinha queria?

- Hum para ter isso vai ter que fazer por merecer.

Aline irritada com o modo dele falar, foi lentamente em sua direção sempre olhando em seus olhos.

- E o que eu tenho que fazer, falava tentando distrai-lo para poder pegar a chave.

Victor não era idiota, ele conhecia e sabia que não ia desistir tão facilmente estava tentando engana-lo.

Isso era ao mesmo tempo engraçado e excitante, era inocente demais para achar que ele cairia nessa.

- Você tem que tirar lentamente sua roupa, disse se sentando e ficando confortavelmente na espera.

- Tire sua roupa e venha ajoelhada até mim, quero ver você assim, venha chupar meu pau.

Aline estava quente, o filho de uma mãe, estava zombando de sua cara, mas mesmo assim ele conseguia fazer com que ela ficasse quente, fervendo de prazer, só imaginar isso a fazia gotejar.

- Estamos trabalhando, falou tentando distrai-lo para pensar em um modo de conseguir a chave.

Victor não pode deixar de rir, isso era desculpa?

- Acho que esta esquecendo que eu sou o chefe aqui, eu tenho total controle do que posso ou não fazer e acredite eu posso se quiser te foder todos os dias e quando eu bem quiser aonde eu achar melhor.

Cada palavra dele a excitava mais e mais, ela sabia que deveria estar gritando, mas ela queria isso tanto quanto ele.

- Eu não quero disse mordendo os lábios.

Victor nada falou, se levantou e indo em sua direção olhando sempre sua boca, começou um processo lento desabotoando cada botão de seu vestido.

Suas mãos estavam ansiosas para toca-la, quando a viu apenas de calcinha e sutiã não pode deixar de falar.

- Ainda não me jurou Aline....

Mas eu farei você jurar, não se preocupe nada nem ninguém se intrometerá em nosso caminho, eu cuidarei sempre de tudo para que isso não aconteça, pensou lembrando de seu pai, ele estava incluído nisso.

Aline não pode deixar de fechar os olhos e respirar fundo, seu toque era o paraíso, sentir sua língua em um dos seus seios foi maravilhoso, ainda mais quando ele o sugava deixando leves marcas que ela sabia ficarem por vários dias, ainda pensando nisso ouviu ele falar.

- Eu quero meu nome escrito em seu corpo, quero que todos saibam a quem pertence, merda eu quero isso como nunca desejei algo, disse chupando mais forte seu seis ao ponto de machuca-los mas o prazer era mais forte, fazendo com que ela gemesse e segurasse sua cabeça que estava próximo ao seu peito.

- Mais forte pediu ela, gemendo e quase vindo com seus lábios e língua.

Victor estava ficando louco, nunca gostou que uma mulher tivesse tatuagem mas pela primeira vez ele quis em sua vida que essa mulher tivesse em seu corpo o nome dele, rindo das suas loucuras, terminou de tirar sua calcinha e esfomeado foi em sua boceta, chupando o máximo que podia, ela estava tão molhada mas não ia ainda gozar, ele não deixaria.

Soltando seu cabelos o segurou como se fosse uma corda, essa era a vantagem dela os ter compridos, riu ao ve-la gemer de dor, ele gostava de causar esse tipo de dor a ela e ela sabia disse.

A segurando disse excitado.

- De joelhos, minha linda.

- Mostre a mim o quanto você gosta de mim.

Ela não conseguia dizer não estava embaçada pelo desejo, prazer, incontrolavelmente se ajoelhou ficando completamente nua com os cabelos soltos sendo segurados por ele, ao olha-lo viu o quanto estava excitado, seu pau estava duro e grande, conseguia ver o quanto estava desejoso de sua boca.

Ela não ligava de se submeter a esse homem, mas ela queria que ele também o fizesse, se ele achava que ela ia ser a única aqui, estava enganado.

Segurando sua coxa, Aline se aproximou mas Victor feliz puxou seu cabelo e excitado a puxou para o sofá, tendo Aline a sua mercê, de quatro ajoelhada andando conforme ele a guiava.

- isso dizia ele lentamente.

- Boa menina, minha putinha predileta.

Aline estava excitada e queria vir, ela precisava vir.

Não ligando mais assim que chegou até o sofá, Victor se sentou, sem que esse pedisse Aline foi em direção ao seu pau e o abocanhou o máximo que podia.

- Ve-lo gemer e ficar fora de si era bom demais, segurando seu pau enquanto chupava, se concentrava apenas em seu sabor e cheiro.

- Ela não pretendia faze-lo vir, não ainda, sorrindo malvadamente o levou o mais fundo que pode ouvindo ele xingar alto e implorar para vir.

- Ainda assim com ele distraído, se levantou e o beijou, suas línguas se enroscavam ardentemente, o sabor dele era incrível, ambos pareciam dois loucos esfomeados, mas não de comida.

- Sexo, sim sexo duro, selvagem e bruto.

Ainda sentindo ele assim, Aline não resistindo lentamente tentou pegar a chave, feliz que faltava pouco, mordeu o lábio dele para distrai-lo, mas mesmo assim o idiota percebeu e rindo falou.

- Bobonha, acha mesmo que pode comigo? Não disse jogando a chave bem longe indo para perto da porta.

Aline vendo isso tentou se soltar para pegar, mas antes que conseguisse Victor, mordeu fortemente seu bico.

- Porra assim vou ficar sem seios! Seu bruto.

Victor riu e novamente iniciou um processo de mordisca-los.

- Hum bruto mas você ama não é?

- Ama eu bruto.

Aline irritada e excitada, o agarrou e puxando seu cabelo o mais forte que conseguiu falou.

- Eu também sei ser assim, não brinque comigo, disse gemendo quando sentiu a mãos dele apertarem seus seios.

Gemendo Aline soltou sua mão e segurando seu pau, o apertou fortemente, tirando dele um grito de dor, surpresa e excitação.

- Porra, isso doi!

Aline não pdoe deixar de rir e falar.

- Que bom amor, por que assim como você eu gosto de causar um pouco de dor...

Ao mesmo tempo em que falava mordia delicadamente os lábios dele, foi quando percebeu tirar um pouco de sangue.

Nenhum dos dois ligava para isso, não havia ali certo ou errado, ambos queriam a mesma coisa.

Victor lambendo seu lábios sentiu o gosto de sangue, sorrindo a olhou e a agarrou colocando seu pau perto de sua entrada, tudo que tinha que fazer era enfiar o mais fundo que conseguia, mas ainda não era o que ele queria, brincando com seu pau perto de sua entrada falou.

- Pede, eu quero que peça, implore por meu pau.

Aline queria pedir, implorar, mas foi mais forte sorrindo ao encontrar seus olhos disse.

- Vai sonhando meu bem, o dia que eu implorar isso para você será em seus sonhos.

Victor irritado, enfiou o mais fundo que conseguiu violentamente, tirando dela um grito de dor e prazer.

- Um dia vai implorar, eu serei paciente, mas ainda vai implorar ou eu não me chamo Victor!

Aline gemendo, com os olhos fechados teve que os abrir, pois Victor assim o queria.

- Sim isso, me olhe, olhe para o seu homem!

- Olhe e veja quem é que sempre vai ser seu, você é minha! Entendeu?

- MINHA!

Envergonhada com os gritos que saiam de sua boca, com o prazer que estava sentindo fechou os olhos e gemendo disse após encostar sua cabeça no ombro de Victor.

- Eu acho que vou morrer, nunca foi tão bom como hoje.

Victor rindo de sua palavras, mordeu fortemente seu ombro, tirando dela um grito de prazer e dor, bem nessa hora ambos vieram, nunca foi tão quente como hoje, tão profundo pensava Aline caindo sobre ele sentindo ainda seu pau dentro de sua vagina.

Como se ele soubesse o que ela estava pensando falou.

- Isso é por que a gente se ama, sua bobinha.

Ainda assim ambos foram interrompidos por Augusta que desesperada chamava por Victor avisando da reunião que não podia ser desmarcada.

Victor irritado, se levantou se vestindo o mais rápido que podia, nunca tirando os olhos dela.

- Droga, acho que você não é uma boa companhia para mim, sempre consegue me distrair, disse jogando a culpa nela.

Aline rindo foi em sua direção e o abraçando não pode deixar de provoca-lo.

Nesse caso se quiser posso ir trabalhar com Mara ou até emsmo Paulo, pode se quiser arrumar uma sala para mim, assim não precisa se distrair todos os dias.

Victor achando graça de sua ousadia, deu-lhe um tapa na bunda.

- Se comporte, não temos tempo, você também vai participar da reunião.

Indignada reclamou dizendo que não tinha roupa própria para isso, uma vez que não sabia de nenhuma reunião, mas Victor nem se quer respondeu, saindo ambos Aline ainda pode ver Auugusta vermelha, não precisava ser magica para saber o que ela estava pensando.

Quando Victor viu Leonardo, sorriu avisando para imprimir logo os documentos, que estavam bom como estavam.

Esse olhou para Aline como se ele fosse louco, eu nada fiz, pois sabia que Victor estava fazendo isso por mim, para que eu não me preocupasse com nada.

Feliz o segui, sabia que a reunião ia ser uma chatice mas esatva feliz, esse fim de semana tinha ela mandado convite a alguns amigos para ir a casa deles, seria uma comemoração por voltar bem do hospital e agradecer a todos, entre eles estariam Mara, Pamella, Denise, Paulo e Danilo.

Ela esperava que Victor não tivesse um ataque, ainda não tinha lhe contado nada e não sabia como ia contar isso...

Notas finais
Faça uma escritora feliz comente ^^

Cada comentario, mensagem enviada, recomendação, favoritar a historia me faz muito feliz e me anima a continuar escrevendo só posso agradecer.
Se não fosse isso provavelmente já teria desistido de escrever : , ainda mais minha vida estando tão louca :|
Por isso muito obrigada