- Estranha Obsessão -

49 Mara e Pamella – Bônus


Mara e Pamella – Bônus

Mara estava cansada, como era complicado lidar com seu pai, tinha vontade de desistir de tudo, mas mesmo assim não podia, tentando se acalmar, foi para casa, Pamella estava lá, tinham ambas combinado encontrar um apartamento perto de Aline e Victor, Mara de alguma forma estava a cada dia que passava mais ligada a Aline.

E essa estava dia a dia provando ser uma boa pessoa, de confiança também.

Ela não se esqueceria de ajuda-la se um dia necessita-se, e infelizmente ela ainda achava que esse dia chegaria.

Quando Paulo avisou que ia estar afastado por um tempo, ela entendeu, sabia suas razões, mas ela tinha medo, ela tinha sentido uma ligação entre Paulo e Aline, em seu intimo amava o irmão e queria que ele fosse feliz, mas preferia que não tivesse muito contato com Victor e Aline.

Ainda pensando nisso entrou em sua casa olhando para ver se encontrava Pamella, ambas tinham combinado viver juntas por um tempo, Pam estava mais animada e já tinha lhe informado que não queria ficar de graça, arrumaria um emprego, assim se sentiria melhor, ela não ligava contanto que estivessem juntas.

Cansada de desanimada, sentou-se perto da sacada, pelo jeito estava sozinha, pegando seu cigarro, ali ficou sem saber por quanto tempo, pensando em tudo.

Suas descobertas quando mais jovem sobre gostar de mulheres, quando contou a sua mãe e quando admitiu que não queria mais viver de mentiras.

Mesmo assim nunca até o momento encontrou alguém que a fizesse querer algo serio, já tinha tido tantos casos, que se fosse contar perderia a conta, porém quando viu pela primeira vez Pamella, sentiu uma ligação, um desejo de protege-la, de amala, jamais sentido antes, sentiu uma paz com desejo de amar.

Ainda pensando nisso, sentiu ser tocada pelo ombro, se virando deu de cara com Pam, que estava bonita como sempre.

Ela não era o tipo sexy, sua beleza era caracterizada pelo seu modo romântico e sincero, era perfeito do modo que era.

Sua vontade era de agarra-la e beija-la apaixonadamente, mas tinha prometido a si mesmo, que não daria o primeiro passo, ela não queria força-la a nada, sentia que Pamella tinha medo, mas preferia que o tempo mostrasse a ela o quanto ela seria capaz por essa mulher, pensando nisso ouviu ela perguntar.

- O que passa Mara? É a primeira vez que eu vejo você fumar, não deveria disse seria e ao mesmo tempo preocupada.

Pamella ainda aguardando resposta ficou surpresa ao sentir Mara abraça-la encostando seu rosto em sua barriga.

Por um momento ela ficou dura, ela não queria admitir mas estava apaixonada por essa mulher, ardia de vontade de conhece-la mais intimamente, porém tinha medo, medo de não ser boa o suficiente, eram de classes sociais tão diferente, ela nem saberia o que fazer para agradar Mara!

Ainda pensando em tudo isso, tocando no rosto da mulher querida sentiu suas mãos ficarem molhadas, só então notando que Mara estava chorando.

Como aquilo a incomodou, sem pensar se era o correto, se ajoelhou pegando seu rosto e dizendo.

- Se quiser chorar chore Mara, eu estarei aqui para você.

- Mas se abra comigo, preciso que diga o que passa, o que te fez ficar assim!

Mara sem graça de estar assim, tentou se desvencilhar, mas foi agarrada por Pamella e pega de surpresa quando sentiu pela primeira vez os lábios de Pam.

Ambas estavam surpresas, mais ainda ao sentir o quanto isso era bom, o quanto ambas conseguiam mexer uma com a outra.

Pam delicadamente beijava, de tão suave poderia ser considerado algo casto pensou Mara sorrindo da situação, mas não por muito tempo, quando Pamella começou aos poucos aprofundar o beijo, trabalhando juntamente com sua língua, Mara por um momento só pode gemer, agarrando seus cabelos e a aproximando mais, o mais próximo que pode de si mesma.

Ela sentia que deveria parar, mas não tinha força, queria dizer a Pamella para parar, caso contrario ela não aguentaria, teria que tê-la para si, mas apenas sentia, retribuía, tinha percebido que agora Pam estava mais quente e excitada, abrindo os olhos encontrou ela a olhando em todo momento.

Mesmo estando maravilhoso, se soltou respirando fortemente e roucamente disse.

- É melhor eu sair, se continuarmos assim eu não aguentarei, disse ao mesmo tempo ganhando forças e quase correndo dali, quando estava quase na porta, foi agarrada por Pamella e surpresa sentiu ser segurada e empurrada para a cama.

Feliz em sentir Pamella fora de si e ao mesmo tempo fogosa, a olhou e quando viu que estava desabotoando o vestido a segurou.

Não Pam, eu quero que isso aconteça quando você me desejar, e não para me consolar.

Pamella a olhando terminou de desabotoar seu vestido deixando a vista seus seios.

Ainda a olhando pegou suas mãos e os levou ao seu bico, disse apenas.

- Parece que é pena o que estou sentido? Não quero nos enganar Mara, mas eu te desejo como nunca desejei alguém.

Agora sem graça e com vergonha disse.

- É minha primeira vez, eu nunca estive com outra mulher, espero que você.

Mas não teve tempo de falar, Mara a agarrou ficando agora ela sobre o comando, antes de fazer o que tanto queria, olhou para Pam e disse possessivamente, é sua primeira e única, pois nunca mais alguém além de mim tocará em você, disse ao mesmo tempo em que pegava seus seios delicadamente e chupava com força o bico tão rosados e ao mesmo tempo arrepiados.

Ambas gemiam e se sentiam realizadas, Pam não conseguia pensar em mais nada além dos lábios e os dentes de Mara sobre seu seios, ela nunca tinha sentido algo assim, ela se sentia totalmente entrega a essa mulher.

Por outro lado Mara estava faminta, tinha se segurado tanto, saber que Pam tinha dado o primeiro passo e que estava excitada a fazia se tornar perigosa, ela hoje mostraria a essa mulher o quanto ambas poderiam se completar, ela não perderia por nada essa oportunidade.

Pensando nisso foi aos poucos abaixando seu vestido e levantando seu corpo para poder assim tira-lo de vez, ao ver seu corpo não resistiu e disse em seu ouvido.

- Você é linda, uma sereia.

- Eu quero sentir você gozando em minha boca.

Pam não resistiu ao ouvir isso, excitada demais, sentindo Mara chupar, apertar seus seios e ainda com essas palavras gozou ficando fora de si e ao mesmo tempo envergonhada por algo que jamais poderia imaginar sem possível, sem graça e chateada por isso ter ocorrido olhou para Mara, pedindo desculpas.

Mas Mara não entendia, elas ainda tinham começado, tentando acalmar sua parceira abriu suas pernas e querendo sentir seu gosto, iniciou um processo lento de lambidas, mordidas e novas descobertas para ambas.

Pam estava surpresa, nunca em sua vida imaginou que poderia sentir prazer depois de vir, sempre em seus relacionamentos quando acabava de gozar sentia-se incompleta e infeliz, mas agora? Agora ela estava mais quente, e mais desejosa.

Atrevida conseguiu se desvencilhar de Mara e começou a tirar agora sua roupa, quando viu um piercing em seu seios não resistiu a curiosidade e tocando perguntou

- Dói?

Mara fora de si, ainda riu falando, roucamente.

- A única coisa que dói é sentir essa necessidade por você!

Pam rindo, começou a lamber e chupar agora como Mara tinha feito antes em seus seios, gostando da sensação e ao mesmo tempo fora de si, acabou mordendo e puxando de vagar o piercing obtendo um grito de prazer e dor de Mara.

Mara fora de si, só dizia que queria mais, ambas queriam, agora ambas nuas e saciadas começaram a se tocar, conhecendo cada passo, cada parte e cada sensação que uma dava a outra.

Mara olhando para os seios de Pam disse apertando-os.

- Eu quero que você coloque um também, ficará lindo, tão rosado e tão perfeito, assim poderei sempre brincar com eles.

Pam teve medo, jamais imaginou fazer isso, mas ao fechar os olhos e imaginar a cena sentiu que era capaz de tudo só para sentir essa mulher abusar dela.

Ainda sentindo uma das suas mãos em seus seios, e a outra brincando próximo a entrada da sua buceta não resistiu e pediu descaradamente, quase implorando, quero sentir você grudada em mim, quero que ambas venham Mara, preciso sentir você em mim.

E assim ambas começaram a se tocar, ficando com as pernas enroscadas e suas vaginas coladas uma na outra, juntas sentindo, se esfregando e beijando-se e pela primeira vez Mara sentiu que não era apenas sexo, era prazer, alegria, amor e companheirismo, ela tinha encontrado a mulher da sua vida.

Foi pensando nisso que ela veio, e agradeceu mais uma vez que Aline tinha entrado em sua vida, foi através dela que ela conheceu essa linda mulher, sua mulher, sua linda, tímida, provocante, gostosa e saborosa mulher.

Ambas saciadas ficaram assim, deitadas coladas e felizes.

Mara ainda perguntou a ela, curiosa e ao mesmo tempo preocupada dela um dia querer um homem.

- Você gostou?

Pam agora sonolenta e feliz falou meia sorrindo.

- Hum eu não gostei

Mara pro um momento sentiu vontade de chorar, tentou se afastar, mas antes que conseguisse ouviu.

- Eu amei, eu viciei e eu não desejo nada além de nós.

Sorrindo e abraçadas dormiram, tinham ambas encontrado o que tanto desejavam em suas vida.

Paz, amor, prazer, companheirismo, confiança e o mais importante de tudo aceitação.

Notas finais
Deixe uma escritora feliz comente o que achou do capitulo ^^

Meninas obrigada pelos 200 comentarios ^^ super feliz, nem imaginam como.

Fiz um enquente para que as proximas historias que criar sejam conforme os gostos por isso não deixe de participar, é rapido e pode também deixar comentarios nele! Tudo será levado e consideração ^^

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