- Estranha Obsessão -
66 Indiretas
Indiretas
O dia estava perfeito, Aline estava animada e contente ansiosa esperando a noite chegar, olhando pela centésima vez se tudo estava correto, ainda analisando tudo foi agarrada por Victor e erguida desajeitadamente fazendo com que ela gritasse com medo de cair.
– Me solte seu louco! Dizia ela ao mesmo tempo que ria feliz por vê-lo tão bem.
Victor estava cansado de vê-la tão preocupada com uma festa tão boba como essa, querendo um pouco de atenção não resistindo a agarrou, bastava isso para se sentir feliz, pensou trazendo ela para mais perto de si mesmo.
– Tem certeza que quer ser solta? Perguntou já buscando seus lábios, mas foi impedido quando ela tentou fugir.
Victor querendo seus lábios não resistiu dar-lhe um leve tapa na bunda ao mesmo tempo em que dizia excitado.
– Se continuar assim, vamos passar nosso final de tarde fazendo amor, bem quente do jeito que eu amo, disse safadamente ao mesmo tempo em que a levava para o quarto.
Ela estava excitada e queria muito isso, mas tinha tantas coisas ainda por fazer, tentando fugir para não cair na tentação foi impedida quando ao chegar no quarto sentiu Victor encosta-la na parede ficando olho a olho com ele.
A primeira coisa que ela notou foi que ambos não estavam mais brincando, a vibração do ar era a prova disso, como magica ambos estavam completamente acesos, literalmente ansiosos para sentir o corpo de ambos juntos, ainda pensando nisso ouviu ele falar.
– De repente esta muito calor não acha? Ao mesmo tempo que falava estava tirando aos poucos sua roupa deixando-a apenas com sua lingerie e a meia calça preta, como tinha esfriado um pouco ela resolveu coloca-la apesar de não usar com muita frequência, gostava de mostrar suas pernas bem torneadas e sexy.
Victor não conseguia tirar os olhos dela, estava tão sexy que tinha dificuldade de continuar apenas parado observando-a,quando tocou-a sabia que nada o impediria de fode-la, nem mesmo uma reunião, ele precisava vir dentro dela, agora.
Ainda pensando nisso passou suas mãos sobre suas pernas, ver a delicadeza da meia calça o estava deixando excitado, pois era tudo o que ele não conseguiria ser agora, delicado, o tecido realçava a beleza de suas pernas e coxas, pensando nisso, se incomodou que algo estava impedindo o contanto direto com o que era seu por direito e sem pensar começou a rasgar a meia calça deixando Aline super agitada e estressada, não pode deixar de sorrir, amava vê-la assim quando estavam prontos para trepar.
Ainda pode ouvi-la dizer.
– Droga Victor, isso custa caríssimo! Eu comprei ontem!
Mas ele não teve o trabalho para responder, ao invés disse se agachou ficando quase de joelho e começou a beijar e lamber sua perna, coxa onde tinha rasgado ficando um buraco nada chique pensou excitado de expor sua carne a vista e como essa mulher tinha conteúdo pensou agradecendo aos Deuses por isso, não pode deixar de ficar orgulhoso quando a fez se calar e ao invés de reclamar, gemer pedindo por mais, sentindo que ela não aguentaria ficar em pé por muito tempo se levantou a levando até sua cama.
Assim que a colocou sobre a cama viu seus cabelos que amava caírem sobre seu pescoço e ombros, tocando enfeitiçado por tanta beleza falou.
– Eu tenho medo de acordar e ver que tudo é um sonho.
Ele sabia que não era momento para falar isso, mas era a mais pura verdade, essa mulher era boa demais, ele por vezes achava não merece-la, já tinha tido tantas mulheres mas nunca alguém como ela, Aline era ambiciosa mas algo o surpreendeu pelo tempo em que estavam juntos ele esperava mais dela, que ela fosse suga-lo muito mais, pelo contrario tudo que ela pegava ela informava, as vezes ele achava que ela parecia ser sua esposa e não um caso.
Olhando para ela, viu em seu rosto uma mulher excitada, emocionada e ao mesmo tempo indecisa em que fazer em relação ao que ele acabou de falar, não querendo cortar o momento, abriu seu sutiã e reclamando os mordeu, tirando dela um grito de dor.
– Eu já falei para não usar sutiã, uma vez que não me obedece aguente as consequências. Ele sabia mesmo que ela não os usasse ele ainda iria querer morder, chupa-los ao ponto de faze-la ficar sensível.
Ele gostava de causar a ela dor, saber que mesmo depois do sexo ela se lembraria por horas dele, mesmo que isso fosse errado, ele não conseguia se segurar, amava esse poder sobre ela.
Abrindo suas pernas começou a desajeitadamente tirar sua calcinha, sempre olhando para ela, percebendo que Aline estava excitada além da conta.
Ainda pensando nisso perguntou roucamente a ela.
– O que deseja que eu faça?
Aline não conseguia deixar de olhar para ele, ele estava se divertindo as suas custas, mas mesmo assim ela estava malditamente excitada, ela nem devia estar aqui droga!
Mas a verdade era somente uma e ambos sabiam disse, não havia lugar melhor do que nos braços dele.
Ainda pensando nisso sentiu Victor puxar brutalmente o bico do seio, tirando dela um grito de revolta, dor e prazer.
– O que você quer que eu faça minha putinha? Perguntou Victor de novo olhando para ela.
O que ela queria? Tanats coisas, queria foder sem parar, queria poder grudar nele como fazem esses animais no cio pensou rindo de suas loucuras, mas a verdade era essa ela queria sexo forte, selvagem, ao invés de falar isso tentou se levantar para agarra-lo mas foi impedida, recebendo um tapa em sua barriga, o suficiente para fazer tremer sua buceta que estava molhada e excitada.
– Merda assim eu não vou aguentar, falou tentando não vir.
Victor sorrindo, se levantou indo ao banheiro, sem avisar o que faria, mas não antes de dizer.
– Não se levante, não se mova! Faça como mando e será recompensada, disse a beijando enquanto saia.
Aline não poderia se mover nem que quisesse, estava tão excitada que sem perceber estava com suas mãos sobre sua vagina, iniciando um processo lento ao se tocar, fechando os olhos imaginava Victor montando nela, fodendo-a tão forte que chegava a machuca-la.
Ainda pensando nisso sentiu ele se ajoelhar e juntamente com suas mãos ainda se tocando sentiu sua língua brincar com a entrada de seu canal.
Gritando tentou fechar suas pernas devido ao impacto que o prazer lhe causava, mas Victor já estava preparado para isso e a segurando não o deixou, sentindo isso ouviu ele fazer barulho quando a lambia, como se ela fosse a sua sobremesa predileta.
– Tão deliciosa disse ele, agora usando suas duas mãos para melhor poder usar sua língua.
– Tão malditamente quente e saborosa, sabia você que eu sou viciado em seu sabor? Perguntava parando em cada vez que enfiava a língua dentro de sua vagina e iniciava um processo lento com seu dedo brincando na entrada de seu ânus, inicialmente apenas brincando, mas aos poucos iniciando um processo lento de penetração.
Seus gemidos poderia ser ouvido pela casa toda e ambos sabiam disso, isso os excitavam mais ainda, Victor sorrindo disse já louco de desejo e com seu pau duro como uma pedra.
– Isso minha putinha, grita e mostre a todos que você me pertence, sempre minha e só minha.
Os convidados ainda não tinham chegado e demorariam, mas os empregados estavam já há um tempo preparando tudo o que era necessário, mesmo assim nenhum dos dois se importava, que ouvisse vissem, contanto que ninguém se atrevesse a participar, Aline pensando nisso gemeu mais alto quando sentiu Victor enfiar um dedo bem fundo em seu ânus, só agora ela percebeu que ele tinha ido pegar lubrificante.
– isso grite dizia Victor.
– Grite e venha meu amor, venha para mim pois quando eu te montar, não serei nada delicado, eu não conseguirei me segurar disse ao mesmo tempo que ele gemia ao vê-la tocar e apertar seus seios, no auge de sua excitação.
Victor precisando que ela viesse o mais rápido possível para poder fazer o que desejava, iniciou um processo mais forte ao lambe-la e provoca-la, ver como ela gemia e muitas vezes soltava gritinhos o deixava fora de si, nunca ele fez tanto por uma mulher, nunca a preparou tanto como sempre o fazia com Aline.
Ele não queria apenas vir, ele queria que ambos gozassem, sempre era assim.
Ainda pensando nisso notou que já não era um dedo que a trabalhar dentro de seu ânus mas agora três dedos, olhou para ver se havia em seu rosto alguma marca de dor, mas a única coisa que viu foi uma mulher em seu auge, pronta para gozar e ele queria ver isso, queria lamber cada gota, queria se pudesse gravar cada momento que estavam tendo, queria que esse momento nunca deixasse de existir.
Se antes ele achava que isso jamais poderia existir entre duas pessoas, agora ele entendia que era possível, bastava ser a pessoa certa, e ela era a pessoa certa para faze-lo se sentir assim e além.
Quando a viu gemer mas forte, tentando de todas as formas se soltar pois estava quase vindo, enfiou sua cabeça o máximo que conseguiu e começou a chupar lamber ao mesmo tempo, só pode ouvir seu grito de prazer, dor e sentir seu sabor como um presente dos céus.
Lambendo tudo faminto por mais, sentiu ela amolecer, mas antes que assim o fizesse de tudo, a levantou fazendo com que ficasse de quatro.
– Agora é minha vez disse perto de seu ouvido ao mesmo tempo em que se esfregava seu pau em sua bunda.
Aline sabia o que ele ia fazer, ela não tinha medo, apesar de não ser muito fã de sexo anal, com ele, ela faria isso e muito mais, tentando ficar cômoda empinou sua bunda esperando pelas novas sensações, mas Victor não tinha pressa pelo contrario, ainda assim tocava em seus seios, barriga, bunda como se isso fosse uma grande raridade.
Ainda preocupada e a espera, sentiu-o lamber sua orelha sensualmente e a pegando de supresa falou quando enfiava delicadamente seu pau em seu rabo.
– Amo, amo seu corpo, amo tudo que se trata de ti mulher.
Ao ouvir isso, todo medo foi embora, apena se concentrou em sua respiração forte em seus gemidos alto, o provocando ao empinar o máximo que conseguia e tentando rebolar um pouco.
Nunca o sexo foi tão bom, tão perfeito e tão certo pensou Aline ao vir pela segunda vez, ainda sentia Victor a enchendo com seu esperma e segurando fortemente um dos seus seios.
Ela ia ficar marcada por vários dias ainda pensou sentindo o peso de Victor cair sobre ela após gozar tão fortemente.
Victor preocupado em não machuca-la, se afastou tombando para o lado mas levando-a.
Quando sentiu ela se levantar impediu, ainda assim a puxou novalemente ao seu lado falando.
– Apenas meia hora, durma comigo por meia hora que for depois você vai lá e faz o que precisa fazer.
Dessa brincadeira dormiram ambos por duas horas, quando Aline acordou ficou tão revoltada de ter dormido tanto que quase caiu tentando pegar a roupa para ir ao banho urgentemente, com tudo isso ficava faltando apenas uma hora até todos chegaram!
Correndo acordou Vcitor que tentou beija-la mas foi impedido por Aline que ia correndo ao banheiro e jogava sobre ele a roupa que deveria usar para a festa.
– Vá no quarto de hospedes Victor! Estamos atrasados, por sua causa estou assim! Disse revoltada.
Victor sorridente a olhou e vendo seus seios marcados, seu corpo ainda com vestígios do sexo feito a pouco tempo falou.
– Não me recordo de você ter reclamado antes...
Rindo saiu para o quarto e foi se preparar, sabia que não adiantava achar ruim, tinha que ir e dar o melhor mesmo não gostando de varias pessoas que ali estariam presente.
Como uma louca Aline conseguiu em tempo recorde se preparar e ir ver como estava a preparação, graças tudo estava como planejado e ela podia respirar mais calma, pegando uma bebida ouviu a campainha tocar, assim que a empregada foi receber a visita pode ver Mara e Pamella juntas, feliz foi recebe-las e após beija-las e abraçar, recebeu de ambas dois presentes, surpresa agradeceu, não antes de dizer que não havia necessidade.
– Deixe disso disse Mara já sentando-se e olhando ao ambiente, fomos as primeiras a chegar é? Afinal quem mais você convidou? Perguntou curiosa.
Antes que Aline pudesse responder mais uma vez a campainha tocou, sendo dessa vez Denise a chegar com Danilo.
Quando Danilo estava beijando Aline escandalosamente no rosto Victor chegou e levantando a sobrancelha para o que via foi ao encontro de Aline a afastando dele.
Aline não pode deixar de querer rir, olhando ao Danilo esperando vê-lo gozar com o fato, o que era muito comum nele, se surpreendeu ao vê-lo encarar Victor e como desafio tocar Aline dando-lhe um presente também.
– Pelo amor de Deus comentou Aline olhando a todos, eu falei que era uma reunião e não uma festa de aniversario, rindo e feliz por tanto carinho aceitou todos colocando na sala de estar, iria abrir depois quando entregasse também o seu presente a eles.
Ainda pensando nisso, viu Denise chamar um empregado e falar.
– Aqui esta a chave do meu carro, por favor meu presente a ambos esta no carro na parte traseira, acha que é melhor ir junto? Perguntou ao mesmo tempo que já ia sair junto, mas foi impedida.
Sorrindo se sentaram ambos, olhando a casa e comentando o quanto o ambiente era a cara de Aline.
De fato assim o era, ela tinha conseguido aos poucos melhorar o ambiente deixando um pouco a sua cara e seu modo, ela tinha sorte de Victor nunca reclamar de suas loucuras, ainda pensando nisso viu o presente de Denise chegar e ser posto na sala.
Feliz acabou perguntando como Denise estava, afinal há pouco tempo tinha perdido seu pai, mas logo o assunto foi mudado deixando todos num clima leve e interessante.
Mesmo a conversa estando ótima Aline não pode deixar de olhar ao relógio duas vezes, seu ultimo convidado não estava ali, estava ficando triste achando que eles não veriam quando ouviu a campainha tocar.
Não pode deixar de sorrir feliz e ainda assim encontrou o olhar de Victor sobre ela.
Victor não gostou de ver tanta alegria em Aline, saber que ela gostava asism de Paulo o incomodava, queria gritar a ela para não gostar dele, não ve-lo e nem se quer falar dele, mas não seria isso pior?
Quando o viu chegar mais Helena se sentiu, mas calmo, não sabia que Helena tinha voltado, mas pelo jeito assim o era.
Aline ficou surpresa em ver Helena, por algum motivo que ela não entendia, não gostou da presença da outra mulher, mesmo assim a beijou e agradeceu por estarem ali, disse isso olhando diretamente a Paulo que ao vê-la na frente de todos se aproximou e beijou-lhe o rosto.
Victor quase teve um treco, mas conseguiu se segurar, só não sabia até quando.
– Como sempre esta linda, disse Paulo ao mesmo tempo em que entregava a ela um embrulho.
Com todos ali juntos sentados na sala conversando as horas passaram, era interessante mesmo Victor não gostando de Danilo se surpreendeu com a capacidade de raciocínio dele ao ponto de se interessar em quem sabe futuramente fazerem negocio, parecia que o interesse foi reciproco.
Aline observando isso percebeu Helena a olhando fixamente, após se sentar próximo dela perguntou como tudo estava indo, mas pelo jeito não o estava tão bem, todos tinham percebido que Paulo estava distante com ela.
Mesmo assim Aline tentou ser simpática, mas nada conseguiu a não ser respostas vazias, quando foi pegar sua bebida sentiu Paulo ao seu lado e o ouviu perguntar.
– Você esta bem? Esta me evitando?
Ela estava? Ainda pensando nisso olhou para ver onde Victor estava e Paulo notando isso falou estressado.
– Esta me evitando?
Cansada acabou por admitir.
– Que eu me lembre você disse para me afastar de você! E assim é o melhor para ambos, mas eu o tenho como amigo se não por que o convidaria para a festa?
Paulo revoltado, desde a ultima discussão entre ambos ela estava o evitando de todos os modos possíveis, ele precisaria viajar para a Africa em poucos dias, não queria ir sabendo que ela estava assim com ele.
Precisava saber que ambos estavam bem, que ele era importante ainda para ela.
Sem pensar em mais nada a segurou firmemente, ele estava pouco ligando se Victor estava vendo ou não, ele queria uma resposta sincera dela.
– Esta me evitando ou foi a correria?
Mordendo os lábios ela respondeu.
– Achei melhor ficarmos distante, pensei que seria o melhor para ambos.
Paulo apertando mais forte sua mão, olhando em seu olhos disse.
– Aline, Aline...
– Precisa seguir três regras básicas para me deixar feliz quem saber qual são?
Curiosa balançou a cabeça e riu quando ouviu o que ele falou.
– Primeira regra nada de mentiras.
– Segunda regra nunca me evite.
– Terceira e ultima regra, aceite que eu faço parte de sua vida, mesmo que isso incomode certas pessoas falou olhando para Victor que agora olhava para ambos.
Aline percebendo isso se afastou não antes de ver Mara olhando para a cena preocupada.
Indo em direção a Victor tentou toca-lo, mas foi impedida por ele, sua raiva era tamanha que não queria se quer sentir seu toque, somente pode ouvi-lo falar.
– Você fede, se quer me tocar tome um banho!
Aquilo para ela foi como um tapa, como ele poderia trata-la assim?
Revoltada e achando que nada justificaria aquilo, se afastou indo falar com seus outros convidados.
Mesmo assim as palavras doíam, ele não imaginava como.
–
Meia hora depois Victor estava mais calmo, tentou se aproximar de Aline mas cada vez que ele tentava ela se afastava indo em direção oposta, talvez ele tinha ido longe demais, afinal ela via Paulo como amigo, mas e Paulo?
Ele tinha medo, ele sentia que Paulo gostava de Aline de outro modo, só de pensar nisso ele não conseguia se segurar, sabia que no passado ele tinha causado muita dor a seu meio irmão.
Mas nem por isso ele estava disposto a dar Aline, nunca... Ele preferia morrer ou matar qualquer um que tentasse algo do estilo.
Ainda pensando nisso foram todos chamados para ir jantar, antes que Aline conseguisse sair Victor a agarrou e a puxou para o escritório.
Aline estava estressada, o maldito tinha conseguido estragar sua noite!
Pensando nisso quando sentiu ele tentar beija-la, o empurrou para longe mas não conseguiu por muito tempo, revoltada o mordeu tirando sangue de seus lábios o fazendo xingar revoltado.
– Porra, precisava fazer isso?
Aline olhando para ele não pode deixar de comentar.
– E você precisava fazer aquilo?
Saindo o deixou, quando ia sair encontrou Mara a esperando, irritada nada falou a deixando ali plantada sozinha.
Se sentando na mesa ainda viu Paulo, ele não tirava o olhar dela, e para deixa-la mais estressada esse teve o descaramento de sorrir e lhe piscar! Ela tinha certeza que ele sabia o que tinha causado a pouco tempo, triste respirou fundo, pegando sua bebida mas foi impedida quando Victor se sentou ao seu lado dizendo.
– Não exagere se não essa noite não resposdo por mim, sabe como adoro fazer amor com você não estando sóbria.
Aline ainda tenatndo registrar suas palavras viu Helena tossindo, Danilo rindo e Pamella balançando a cabeça como não acreditando no que ele esatva falando, ainda tentando entender por que ele etsava assim, seguiu seu olhar e então entendeu, um aviso para Paulo, simples assim.
Irritada, se levantou ao ver Mara se sentar e levantando a taça próprios m brinde.
– Primeiro quero agradecer a presença de todos.
– Todos que estão aqui disse olhando para cada um, só não se fixando muito em Helena...
– São para mim amigos que considero muito, que tenho imenso respeito e amor.
– Quando estive entre a vida e a morte entendi que a vida é curta, passa muito rápido.
– E o melhor é estar com as pessoas que a gente gosta, que a gente ama disse olhando para Victor.
– Eu amo cada um que aqui se encontra, disse olhando para Pamella, Mara, Paulo e Danilo.
– Por isso fiz questão de encontrar todos hoje aqui e passar uma noite juntos, afinal quem sabe o que pode acontecer amanha?
– Só quero que cada um aqui se um dia precisar de mim, sabe onde encontrar...
Todos estavam olhando a mulher a falar, como não observar o quanto estava linda? O quanto suas palavras eram para cada um um balsamo?
Paulo queria agarra-la e nunca mais solta-la, a cada dia que passava mais e mais ele se apegava a ela.
Olhando para Victor não pode deixar de inveja-lo, por que o filho da puta tinha tudo?
Olhando mais uma vez para ela ao ve-la se sentar, levantou-se e disse.
– Quero então brindar também.
– Eu brindo a uma mulher encantadora, forte...
– Especial, aquele que conseguir um dia conquistar seu coração e bater em conjunto com ele será o homem mas feliz sobre a terra, sabe que pode sempre contar comigo fada, disse olhando para Aline.
Mara não sabia o que fazer, a coisa estava ficando seria demais, como ele podia na frente de todos falar assim? Ainda chama-la de fada?
Tentando quebrar a cena, levantou-se e falou.
– Eu brindo a uma amiga linda, que sempre esteve ou esta ali por mim, a tenho como irmã e feliz e grata sou que esta viva e bem, sempre conte comigo.
Aline emocionada não sabia o que fazer, não queria borrar a maquiagem mas se mais um falasse algo não aguentaria, ainda pensando nisso viu Pam se levantar.
– Eu brindo a uma irmã, que sempre esteve comigo, mesmo com tudo que passou na vida venceu, eu sempre quis ser como ela e sou grata pois aprendi e aprendo a cada dia a ser melhor, obrigada Aline.
Aline emocionada se surpreendeu quando Denise se levantou e disse.
– não sou muito de palavras, mas eu não poderia deixar de falar o quanto a considero, é encantadoramente fascinante, acho que já falei isso através de minha pintura.
Sorrindo e concordando ficou passada ao ver Danilo levantar a taça e dizer.
– Uma mulher digna para ser aceita em minha família, disse piscando e sorrindo quando eu entendi o significado de suas palavras...
Danilo se referia a ter um filho com ele...
Helena levantando a taça também falou, pouco mas por educação.
– Difícil não brindar a uma mulher tão forte, que toda a fortuna e amor sejam seus.
Victor nunca em sua vida até hoje viu algo desse estilo, em tão pouco tempo como ela conseguiu fazer com que essas pessoas fossem tão importante em sua vida?
Isso era um mistério, se levantando e falou pela primeira vez na frente de todos.
– Não é a toa que eu a amo, amo a cada dia que passa, a cada momento, eu brindo a mulher que me faz completo.
Paulo ao ouvir isso sentiu um aperto em seu coração, então ele a amava...
Jamais Victor falaria isso se assim o não fosse, ele ainda tinha esperança que não era serio...
Mas pelo jeito era mais forte do que pensou... O que ele faria? Ele conseguiria dizer adeus a mulher que deu a ele novo sentido?
Todos agora felizes iniciaram o processo de jantar, na paz, felizes e mais calmos.
Todos os incidentes foram esquecidos puderam todos comer em paz, Aline sorrindo e participando da conversa até o incidente com Victor tinha sido esquecido, como não o seria? Pela primeira vez ele tinha falado a todos que a amava, ela jamais se esqueceria desse dia.
Agora todos já satisfeitos depois de comerem a sobremesa foram a sala, onde não apenas os presentes da Aline se encontravam mas também os que ela queria dar a eles.
Sentados todos curiosos e animados, foram abrindo assim que ela entregava animada a cada um.
Surpresa ficou quando viu um embrulho que ali não estava e entendeu que era do Victor para ela.
Antes que pudesse pega-lo abriu de todos, se surpreendendo com os presentes mais variados desde relógio, bolsa, brinco e assim por diante.
Quando pegou o presente enviado por Paulo sorriu ao ver uma linda pulseira, tão bela que ela sabia que guardaria com muito amor e carinho, mesmo que não pudesse a usa-la pois sabia que Victor não aceitaria isso nunca.
Victor ao ver o presente teve vontade de quebrar, mas manteve-se calado e nada disse.
Paulo por outro lado quando abriu seu presente, sabia que o usaria sempre, tinha ganhado um relógio de pulso, ao virar viu escrito.
“ Tudo que faço sempre é pensando em seu bem – Aline”.
Sorrindo a olhou e emocionado queria abraça-la mas sua alegria foi curta demais ao ver Aline abrindo o presente de Victor...
Assim que abriu, sentiu seu coração se machucar, ela esperava por aquele anel, era engraçado e talvez até errado mas ela tinha muitas joias, somente uma teria valor, quando elas tivessem um significado mas profundo, o significado que ele e ela eram finalmente um casal, noivos.
Agradecendo pelo anel que ele lhe deu, sorriu.
Foram interrompidos quando Denise veio até nós e pegando seu presente disse.
– Esse presente eu dou a ambos, disse ao mesmo tempo em que mostrava a todos o quadro, o mesmo quadro de antes onde ela olhava ao homem ansiosamente e era observada também.
Por um momento todos ao olhar o quadro entraram de fundo na bela imagem e nas sensações que ele transmitia, a todo momento eu olhava a Victor para ver sua reação, pude ver varias emoções desde contentamento e aflição quando ele percebeu que no quadro alguém mas a observava.
Percebendo isso Aline se distraiu e olhou ao redor, se surpreendendo que por nenhum momento Paulo olhava ao quadro, em realidade ele olhava apenas a ela, assim como o homem da pintura.
Denise sorriu quando finalmente Aline percebeu quem era o outro homem na pintura, ainda pensando nisso viu Mara se aproximar e dizer.
– observadora, você tem um lindo dom, pode me falar que fim tudo isso vai dar? Perguntou triste ao ver novamente seu irmãos na mesma situação.
Denise olhando a Aline ainda chegou a responder.
– Quem sabe? A vida como ela mesmo falou é curta demais, quem sabe o que vai acontecer?
E foi assim que mas um dia se passou, dirente de qualquer outro, mas perigoso pois as emoções pela primeira vez estavam sendo colocadas na mesa.
Notas finais
Uma curiosidade minha, o que acham do Paulo?
Desde o inicio senti que eram contra um triangulo amoroso ainda sentem isso?
Gostaria de saber kkk
bjs
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