- Estranha Obsessão -
58 Dois Loucos
Dois Loucos
Aline estava indignada, ela sabia que não deveria ter feito aquilo, mas quando sentiu Victor joga-la sobre seus ombros e em toda sua tentativa de escape ela recebia um tapa em sua bunda, foi o suficiente para ficar louca da vida.
Victor a estava tratando como uma criança!
Ela nunca, nunca foi tão humilhada em sua vida, pensava fazendo um verdadeiro escândalo para que ele a soltasse, mas não importava do que o chamasse, era inútil.
– Me solta, você não tem direito de fazer isso, Victor, seu idiota!
– Se eu quero dançar, eu danço, o que você tem haver com isso? Gritava Aline totalmente fora de si.
– Me solte, quando ambos chegaram perto do carro, Victor com ela em seu colo, pegou a chave e simplesmente ao abrir, jogou-a desajeitadamente no banco de traz.
Antes de fechar a porta ele ainda falou para ela.
– Faça qualquer besteira e eu juro por tudo que é mais sagrado que você vai se arrepender!
– Não faça nada que possa se arrepender Aline, pois acredite o que fez até agora vai ter retorno!
Mesmo bêbada, não pode deixar de sentir medo e ao mesmo tempo ficar excitada.
Droga por que com ele, o medo, era sempre envolvido com uma pitada de excitação? Ainda pensando nisso, viu Victor entrar no carro e colocando o sinto de segurança saiu a toda velocidade, nenhum dos dois falaram, por um tempo ambos ficaram quietos, cada um perdido em seus pensamentos.
Quando chegaram, Aline ainda estava estressada e achando que não tinha que pedir desculpas, ele era o culpado, ela queria ajuda-lo, faze-lo se sentir bem e em compensação o troglodita fazia aquilo, ainda pensando nisso sentiu Victor sair do carro e abrir a porta para que ela saísse.
Olhando para ele, viu que esperava com irritação, vendo isso falou.
– Eu não penso em entrar...
– Prefiro ficar hoje em um hotel qualquer do que ficar com um troglodita!
Victor ferrado e cansado deixou escapar.
– Porra, você fica dançando bêbada com qualquer um, esperneou por toda caminho e eu sou o troglodita? E você o que é? Perguntou agora curioso olhando para ela a espera de uma resposta.
Aline olhando para ele e sem graça com sua logica, apontou suas mãos em sua cara e disse brava.
– Não mude de assunto! Tudo começou por que você me negou algo! Se não pode cumprir o que me prometeu nem fale mas daquele jeito! Você disse que me daria qualquer coisa que eu quisesse, pois....
Victor com raiva, pois ela tinha razão por pior que seja, tentou pega-la, para fechar o carro, mas Aline pelo jeito não estava querendo facilitar as coisas.
Olhando para ela, falou agora com raiva.
– Então cada vez que você não fizer algo que eu quero devo beber e ficar dançando em um bar cheio de mulheres? Perguntou querendo ver sua reação e também jogar na cara, pois isso o incomodou muito.
Aline olhando para ele, disse.
– Esta exagerando, não tinha tantos homens ali! E eu estava dançando, pois quando estou muito nervosa isso me acalma, era isso ou sexo o que preferia?
Victor ouvindo isso, fora de si, a agarrou fazendo com que ela gemesse de dor e já fora do carro olhando seus olhos a segurando com toda a sua força disse.
– Eu não estou brincando Aline, o fato deu gostar de você não significa que eu não posso machuca-la, não brinque com fogo!
– Se eu tivesse visto você em algum momento dançando com aquele porco, eu juro que era capaz de mata-lo! Disse ao mesmo tempo em que a chacoalhava, tentando fazer com que ela voltasse a si.
Aline por um momento ficou tonta, Victor aproveitando isso, a segurando pela cintura, andava rapidamente até o elevador, passando para a recepção que os cumprimentou, mas Victor tão concentrado em Aline não notou.
Assim que ela percebeu o que estava ocorrendo indignada, começou com toda a sua força esmurrar seu peito, mas sua mão foi agarrada e ela abraçada, ficando ambos se olhando até que a porta do elevador fosse aberta e ambos dessem de cara com Paulo os olhando, a ambos.
Aline se soltando de Victor cumprimentou Paulo desajeitadamente, fazendo com que esse erguesse as sobrancelhas de forma irônica.
– Você esta bem? Perguntou Paulo olhando para Aline.
Victor irritado com a situação e cansado de tudo falou com raiva.
– E o que você tem haver com isso? Cuide da sua vida!
Aline com raiva da cena, disse.
– Ele só esta preocupado comigo! Afinal estive internada, para de ser tão chato Victor, ao dizer isso Paulo não pode deixar de rir da cena.
Victor nada falou, Aline tampouco, quando chegaram no andar, Aline se virou para Paulo e disse.
– Estou bem, fico feliz em te ver, se cuide.
Victor ainda pode ver Paulo dizer baixinho, que ele também tinha ficado feliz...
–
Assim que ambos ficaram sozinhos, Victor ao abrir a porta, simplesmente ficou fora de si.
– Isso é roupa que uma mulher compromissada usa? Perguntou ao ver novamente o vestido que ela estava usando.
Indignada e com raiva Aline tacou na cara.
– Compromissada desde quando? Que eu saiba posso ser tudo menos isso.
Ainda falando isso Aline sentiu Victor ir em sua direção, foi quando Victor com raiva, começou a puxar o vestido fora de seu corpo rasgando-o.
– Eu não acredito que você fez isso! Está louco?
Victor ao invés de responder, começou a olhar para seu corpo, mas logo foi distraído quando ouviu ela falar.
– Eu te odeio!!!!
Victor não pode deixar de rir, odiar? Bastava olhar para seu corpo para saber que ela não o odiava, pelo contrario, seu corpo era sincero, se aproximando mais dela, percebeu que Aline tentava fugir dando passos para traz, fazendo com que ele não conseguisse a segurar, rindo de sua forma infantil, aceitou tentando ver até onde isso ia parar.
– Odeia? E o que você odeia em mim? Perguntou olhando agora sua boca que estava divinamente deliciosa.
Aline não entendendo o que ele pretendia, andou um pouco mas ficando agora encostada na parede sem nenhuma possibilidade de escapar, percebendo isso tentou sair dessa posição mas Victor agora sorrindo com sua pequena vitória, colocou seus dois braços sobre parede impedindo que ela fugisse.
– O que você odeia em mim? Perguntou agora olhando para ela e vendo que essa estava com medo, ao sentir isso sua adrenalina foi ao limite e disse.
– Bom, muito bom que tenha medo, pois essa noite vou fazer você se arrepender a me desobedecer....
O que ela odiava nele? Pensava Aline, sentindo que Victor estava realmente fora de si... Pensando nisso falou.
– Odeio seu modo possessivo, disse mas sabia que isso não era verdade ela amava seu modo possessivo.
– Odeio quando você quer mandar em mim! Mais irritada ainda ficou pois de fato ela amava até isso nele...
– Que saco eu odeio tudo! Disse ao perceber Victor rir de sua cara.
Com raiva e chateada, jogo na cara, quase chorando.
– Eu odeio que você não confie em mim ao ponto de dividir seu passado, suas tristezas! Odeio que eu nunca serei nada mais do que isso, uma merda de uma atração doentia.
Victor agora estava serio, ele não gostava de ouvir isso, e não a tratava assim, ou a tratava?
Ainda pensando nisso, não resistindo a beijou delicadamente, aprofundando ao ponto de ambos ficaram fora de sim, antes de qualquer coisa ele falou a ela.
– Isso não é verdade, mas para que saiba.
– Eu acho ótimo que me odeie, sabe por que?
Aline não entendendo, apenas balançou a cabeça, quando ele falou descaradamente.
– Por que eu amo o seu modo de me odiar....
– Até isso eu amo em você, disse a carregando para seu quarto, mas quando a jogou sobre a cama, nada fez foi até o banheiro e quando voltou, começou a beija-la, cada parte de seu corpo, Aline tão distraída e excitada apenas gemia se esquecendo de tudo, nada era tão perfeito que os lábios desse homem, ainda assim sentiu Victor pegar sua mão e colocar algo nela, achando estranho abriu os olhos mas já era tarde demais, estava algemada na cama.
Não gostando disso, começou a falar, mas foi cortada, por Victor.
– Eu falei que não ia ficar impune, você merece aprender a obedecer e não ser tão cabeça dura, a partir de hoje algo vai ficar muito claro....
– Não importa o quanto briguemos, nunca em hipótese alguma envolva outros homens, hoje só vai ficar amarrada, sobre o meu comando e como eu bem quiser, a próxima vez será pior.
Indignada e revoltada, começou a tentar fugir, mas ao invés disso só se machucava, Victor vendo isso lhe deu uma mordida em um dos seus seios tirando-lhe um grito de surpresa e dor.
– Seja uma boa menina, ou terei que ser malvado.
Aline com raiva e excitada disse.
– Seu filho de uma Egua, quando eu ficar fora daqui vou te...
Victor rindo de seu modo, afoi ao banheiro, deixando-a preocupada e ao mesmo tempo excitada, ele não faria nada estranho certo?
Parecia uma eternidade, Aline gritava cansada e revoltada quando o viu voltar, tomado banho, cheiroso e mais calmo.
Revoltada disse.
– Quero tomar banho!
Mas Victor fingia que ela nem estava ali, revoltada com a situação disse.
– Por tudo que é mais sagrado eu juro que vou fazer pagar caro por isso! Pensou ao mesmo tempo em que sorria sadicamente, ela já sabia até como ela faria... Ela ia amar assistir a situação...
Victor não gostando de ver seu sorriso, foi em sua direção e aproveitando sua distração amarrou sua outra mão fazendo com que ela ficasse agora a sua mercê, e ele iria abusar muito dessa situação pensou agora ele sorrindo.
– Merda você esta louco, disse vendo suas pernas ser abertas e Victor se agachando para tocar-lhe.
– Você não vai fazer isso! Gritou sabendo que ela não aguentaria se ele fizesse o que achava que ia fazer.
Mas Victor parecia realmente querer mostrar quem mandava, como se tivesse perdido o interesse, ligou a televisão colocando em um filme que ele já tinha ouvido falar, se deitando ao seu lado, ficou a assistir, nunca ligando pelos seus palavrões ou suas ameaças.
Por mais que ele quisesse se concentrar, não conseguia, seu pau estava duro, ele apenas queria que ela entendesse que ele mandava, sempre seria assim.
Se ele não queria ela com roupas provocantes, assim seria.
Se ele não queria que ela tivesse amizade com Paulo, assim também seria!
E Porra se ele não quisesse que essa mulher desse uma de doida assim também o seria!
Mas ele sabia que não era bem assim, ela era indomável, e controlar esse seu modo, perderia a graça, ele a amava por isso também pelo seu modo indomável, era tudo um conjuto, pensou a olhando e vendo que estava começando a gostar do filme, irritado com isso, desligou e achou engraçado quando ela reclamou.
– E desde quando meu castigo tem que ser divertido? Eu disse que era para você gostar?
– Vou fazer algo para comer, fique aqui me esperando.
Ainda a ouviu pedir para solta-la, mas ele ainda não queria, por dois motivos.
Amava ve-la amarrada em sua cama, queria até tirar uma foto pensou rindo.
Ele queria ainda completar o castigo, e logo, logo ia fazer isso.
Preparando um sanduiche levou até o quarto e começou a comer, olhando para ela.
Que acompanhava tudo, ele sabia que ela deveria estar com fome então falou.
– Esta com fome? Eu posso te dar de comer, tudo que tem que fazer é pedir desculpas e dizer que nunca mais fará uma idiotice como essa de novo.
Aline irritada disse
– Quem disse que estou com fome? Pode comer até enfartar! Eu não to com fome!
Bem nessa hora seu estomago não querendo te ajudar, começou a roncar mostrando sua fome.
Victor vendo isso começou a rir fazendo com que ela ficasse com raiva da situação, mas apesar de tudo persistiu em dizer que nunca falaria isso.
E foi assim que Victor acabou comendo, os quatro lanches em sua frente, quase a fazendo babar, havia ainda uma jarra de suco de morango cheia.
Aline estava com fome e sede, mas manteve-se calada, era muito orgulhosa.
– Bem se não esta com fome muito menos com sede certo? Disse bebendo o suco e olhando
para ela ao mesmo tempo.
Sua vontade ela esgana-lo, mas manteve sua posição, quando viu Victor terminar de comer e estar saciado, o viu levantar para levar as coisas para a cozinha.
Mas antes que assim o fizesse, Victor pegou a jarra de suco e pegando um cubo de gelo começou a brincar chupando com sua boca.
Aline olhando isso, não pode deixar de acompanhar cada momento, era tão sexy e ao mesmo tempo tão Victor.
Foi quando viu ele pegar o cubo com as mãos e levar eles até a ponta de seu seio, o contato quente com o frio foi o suficiente para fazer seu bico ficar gelado e tirar dela um gemido.
Como se ele fosse uma criança, começou a brincar com o gelo, em varias partes do seu corpo sempre curioso e ao mesmo tempo de forma lenta e gradual.
– Pare falou Aline, excitada mas logo seu pedido foi esquecido quando sentiu o gelo sobre seu bico do seio e a linga de Victor fazendo círculos juntamente com o gelo.
Gritando e tentando se soltar, pois estava ficando fora de si, pediu, implorou para que ele a soltasse.
Victor apenas assistia a tudo enquanto a saboreava, parar? Ele não pararia nunca, pensando nisso foi que ele abriu suas pernas, e as segurando firmemente disse.
– Você duas opções.
1. Seja obediente e logo te solto.
2. Ficamos assim por horas quem sabe dias? Tudo vai depender de você.
Nervosa e ao mesmo tempo excitada disse.
– Faça o que quiser, nada mudará meu desejo de vingança disse tentando morder seu dedo que esatva próximo ao seu lábios.
– Por que acredite amor, disse rindo eu vou fazer você se arrepender de cada momento.
Victor irritado com sua ousadia, abrindo suas pernas, pegou o gelo e colocou bem em cima de seu clitóris, tirando dela um grito de dor, prazer e ao mesmo tempo desejo.
– Então o que vai escolher? Perguntou olhando para seu corpo ao invés do seu rosto.
Ela não aguentaria muito, pensou olhando Victor fora de si, que saco no final de contas nenhum deles aguentava.
Balançando a cabeça aceitou, mas ainda ouviu ele falar.
– então fale, fale que eu ganhei...
Com raiva ao ponto de tremer, disse.
– Você ganhou!
Victor feliz em ouvir isso, pegou a jarra do suco e sem pensar, jogou sobre seu corpo nu, fazendo com que Aline gritasse com o contato frio em seu corpo, não teve muito tempo para falar algo pois, Victor começou a chupar cada parte de seu corpo saboreando e quando dava dizendo que ela estava deliciosa, era o melhor morango que ele comeu em s ua vida.
Ela não pode deixar de rir, de suas palavras, mas não por muito tempo, pois amarrada, totalmente aberta a sua mercê, sentiu sua língua entrar profundamente dentro deu sua vagina, nada poderia ser melhor, que isso, nada...
Gritando começou a pedir por mais, mas Victor parecia ter toda a calma do mundo, lhe pareceu uma eternidade quando sentiu ele tcomeçar a brincar com seu pau em sua entrada, feliz em finalmente senti-lo, pediu para ser solta, o qual foi recusada.
– Eu não te soltarei nunca Aline, melhor se acostumar, você esta amarrada a mim, você é a minha perdição mulher, disse enfiando com força seu pau, tirando dela um gemido de dor, prazer.
Ainda ambos assim, no auge Victor falou.
– Aline, se isso for odiar para você, nunca deixe de sentir isso por mim, disse rindo e ao mesmo tempo gemendo quando sentiu estar gozando dentro dela.
Aline mole, ainda em seu mundo de prazer, não percebeu Victor soltando seus braços, estava no paraíso, ainda pensando nisso dormiu, nem percebeu Victor a levar para um banho rapido, logo apois isso alevando ao quarto de hospede, afinal teriam que depois limpar o suco jogado sobre a cama.
A cobrindo delicadamente, e deitou-se ao seu lado, tocando em seu corpo como querendo marcar ele de alguma forma.
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