- Estranha Obsessão -
21 Castigo ou Prazer?
Castigo ou Prazer?
Quando dei por mim, estava eu, Victor e Mara juntos tomando café da manhã, Pamella ainda estava sobre efeito do sedativo e segundo a enfermeira isso era bom para ela se recuperar aos poucos.
Victor não falava muito, estava calado e somente de olhar para ele percebia-se que estava com dor de cabeça.
Por mais que eu tentasse puxar assunto, Victor ficava na dele, começando a me irritar.
Mara percebendo isso começou a fazer perguntas sobre a viagem que realmente estava muito próximo, faltava apenas 3 dias.
Com toda essa loucura e correria estava me esquecendo desse detalhe.
Quando Victor percebeu que eu estava na duvida se ia ou não viajar depois do ocorrido com Pam, falou.
- Vamos viajar e ponto final, se for necessário contrate alguém para ficar com ela ou de um jeito mas essa viajem não deixo passar por nada, disse já levantando e se preparando para sair.
Antes de poder dizer qualquer coisa a Mara, sai correndo em sua direção antes que ele fosse embora.
- Você esta sendo injusto Victor!
- Ela é minha amiga, disse chateada.
Victor agora com raiva agarrou-a pela cintura e a encostou na parede mais próxima, ficando ambos um encarando ao outro.
- Injusto?
- Por acaso eu sou seu marido?
- Eu tenho que me preocupar com sua amiga?
- Eu não quero saber dela Aline, mas de você, de nós.
- Goste ou não, ela não poderá ficar aqui.
- Mas por sua causa eu estou disposto a ajudá-la no que for preciso.
- Somente por sua causa, então não me venha dizendo que estou sendo injusto.
- Você não imagina o quanto eu estou chateado com você, o quanto estou me segurando para dar a você o espaço que precisa, a liberdade que quer.
- Mas eu Porra tenho meu limite, e esta para explodir.
Ele não imaginava como aquilo me deixava triste, saber que ele não estava nem ai com os sentimentos de Pamella, mas de fato era um negocio. Ele falou muito bem eu não era e nem sou sua esposa, por isso apenas falei.
- Desculpe, eu jamais queria trazer tantos problemas para você.
- Eu vou dar um jeito e tirá-la daqui o mais rápido possível.
Victor xingando um palavrão puxou Aline para seu quarto, estava fora de si, com raiva de tudo, dela ter se exposto, de ter corrido perigo e de agora estar tão concentrada em Pamella e não nele, neles.
Alterado e cansado, a colocou sobre eu joelho com sua bunda virada para cima e antes que se arrependesse levantou sua saia começando a dar tapas ao mesmo tempo que falava.
- A próxima vez que você se colocar em perigo eu vou fazer você se arrepender de ter nascido esta entendido?
Eu não podia acreditar no que estava ocorrendo, o filha da mãe estava batendo em mim como se eu fosse uma criança de 7 anos de idade?
Tentando fugir e gritando de raiva, pois em realidade não estava sentindo dor, não exatamente.
- Me solte seu idiota, você não manda em mim!!!
- Eu farei o que eu quiser, sempre!
Victor agora estressado começou a aumentar o ritmo de cada palmada, estava com raiva das palavras dela mas ao mesmo tempo estava excitado e sabia que ela também estava só não tinha ainda percebido.
- Eu mando Porra, e acredite Aline você sempre vai me obedecer de alguma forma ou de outra, disse agora dando tapas cada vez mais forte e a ouvindo gemer de dor e prazer.
- Você é uma putinha, não resistiu falar por mais que estivesse bravo com ela.
- Eu posso fazer você vir, tudo que tem que falar para mim disse agora mais excitado.
- É que eu mando...
Aline estava excitada, apesar de brava e com raiva dele como sempre não conseguia ficar sem se excitar, ainda mais em uma situação assim, sentia que estava em seu limite, já não conseguia prestar muita atenção no que ele falava, tinha entendido algo sobre mandar...
Merda ela não ia obedecer em nada, antes que pudesse pensar melhor sentir que Victor estava agora enfiando um dedo dentro de sua buceta.
Queria fugir, gritar e xingar ele, odiava esse poder que ele tinha sobre ela.
- Pare, Pare gritava alterada.
- Isso não é justo, você sabe que excitada eu não consigo pensar, disse tentando voltar a si.
Victor apenas aumentou o ritmo e sorriu.
- Eu farei você vir só basta você dizer que eu mando....
Ao mesmo tempo dizendo isso enfiou mais fundo dentro dela, trabalhando seus dedos para que ela ficasse fora de si, já estava bem molhada e preparada para ele.
Ela sabia que ele tinha ganho, precisava vir, mas admitir isso era para ela uma humilhação.
Odiava sentir que ele estava no controle, mas não podia negar que amava quando ele o estava.
Pensando nisso, quente e dolorida sentir Victor apertar os bicos de seus seios, quando sentia que estava quase vindo, que ia conseguir sua liberação sentiu que ele parou, fazendo- a se sentir perdida, vazia e louca pelo seu pau.
- Mais, eu preciso de mais.
- Por favor, Por favor.
Por mais que pedisse delicadamente, Victor nada fazia a não ser olha-la e marcar esse momento, ele não queria que ela se preocupasse com ninguém mais, ele estava descobrindo que não gostava de ver Aline, preocupada ou dando atenção a outras pesssoas, sabia que isso era errado, mas ele não estava conseguindo trabalhar isso, ainda pensando nisso falou em seu ouvido.
- Diga, tudo que precisa é dizer, e será seu.
Gemendo, dolorida e desesperada Aline não teve outra escolha, baixinho falou.
- Você manda.
- Só você.
Victor sorriu feliz, e se sentindo radiante mas ainda não tava bom, não como ele queria.
- Eu não ouvi direito amor, fale mais alto.
Com raiva dele, em seu limite e cansada dessa vez falou o mais alto que fosse possível.
- Maldição eu falei que VOCÊ MANDA.
Ainda quando ela falava se viu colocada de quatro sobre a poltrona e Victor lambendo sua boceta como se fosse um sorvete e quando sua língua entrava nela...
Era difícil ficar calma, ou não gritar de prazer, provavelmente todos da casa a esse tempo estava sabendo o que se passava ali dentro, mas ela precisava vir, precisava dele e não tinha tempo de vergonha.
Em cada lambida, seu corpo parecia ter choques de prazer, e suas mãos OMG que mãos poderiam ser tão quentes e fodidamente fodida?
Essas foram as ultimas coisas que pensou antes de ter o maior orgasmo da sua vida.
Ainda sentiu Victor enfiar seu pau enquanto estava gozando, eles poderiam ser doidos, controladores, dominadores mas uma coisa era certo, nunca sexo foi tão bom, como era quando estavam juntos.
Ainda pensando nisso ouviu Victor vir e dizer ao seu ouvido que uma próxima vez que ela aprontasse de novo a deixaria amarrada e faria ela pagar por desobedecê-lo.
Não saberia dizer se eu fiquei com medo ou mais excitada ainda.
Esse homem seria minha perdição, pensou agora se arrependendo de dizer que ele mandava, queria gritar que estava sobre efeito do momento, mas era melhor tentar esquecer isso.
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