- Dream Fan.

17 Capítulo 17 - Condições


Narrativa de Louis

Liam está certo, não adianta eu fazer várias piadinhas e nunca agir. Mas agora está na hora do Tomlinson aqui entrar em ação. O Dad falou que as meninas têm aula hoje, então... Minha próxima parada é na Universidade.

(...) — Licença moça, eu gostaria de saber se uma aluna em específico está em horário de aula... É urgente! –quando quero, sei ser o mais educado possível.

- Perdão Senhor, mas não tenho permissão para passar informações desse tipo para pessoas não cadastradas aqui no meu arquivo! –a secretária respondeu.

Pensa Louis, pensa... Ela deve ter algum ponto fraco para eu conseguir entrar. Deve ter alguma coisa, porém o que... Nessas horas poderia ter a música tema de 007 Missão Impossível para me ajudar.

- Ããã você tem filha não é? Sem parecer intrometido, é por causa dessa foto ali atrás.

-Tenho! Esse dia em que tiramos a foto foi uma confusão, estávamos na fila para o show do Uan Diréctcãn. Minha filhinha é fanática por eles.

-Ah é mesmo? –interessante, achei o que queria para conseguir entrar. – Eu tenho aqui dois ingressos para o novíssimo M&G deles já que, por acaso, eu faço parte desse tal de One Direction. –nem tentando consigo falar o nome errado, mas ferre-se.

-N O S S A, você é o Harry né? Obrigada fofo, minha bebê vai amar receber esse presentinho.

-De nada, mas é Louis, meu nome é Louis! Então... Voltando ao assunto, eu posso entrar agora não? Valeu, foi um prazer te conhecer, mas meu horário está apertado então tenho que ir... Falou. –fui tentando entrar DE NOVO.

-Não, não, não! Você continua sem poder entrar, não tem o poder de ir até lá para atrapalhar as alunas.

A porta para a parte interna do colégio estava aberta, o segurança distraído com a comida e não havia câmera. Como sempre ouço nos filmes, chegou MINHA VEZ de falar! ‘’Hora do plano B’’! É, realmente você se sente o máximo quando diz isso... Voltando ao que interessa, tenho que criar uma fantástica e emocionante amizade de cinco minutos com o segurança só para ver se a pessoa é treinada para o cargo ou se é apenas um paspalho com pose de fortão.

-Olá, eu gostaria de tirar uma dúvida e com certeza você é o certo para resolver meu problema! –fiquei parecendo aqueles interlocutores de rádio fazendo uma propaganda de remédio.

-Pode falar! – o segurança olhou para minha pessoa com a mesma expressão que o Niall faz quando vê comida na mesa. – Vo... Vo... Você é o HARRY STYLES do One Direction! Eu a d o r o as músicas de vocês, me dá um autógrafo? Acho que tenho algum caderninho por aqui...

-Calma, calma, calma e calma. Para inicio de conversa, qual é o seu nome? Não responde, você tem cara de Emerson e segundo eu o LOUIS, entendeu?

-Isso, entendi! Você é o Louíz , é que tinha esquecido seu nome e...

-Sem problemas! Mas agora tenho que ir, esta no meu horário... Sabe né, compromissos... Haha... Tchau!

Dei meia volta e me dirigi ao meu carro pensando que ele realmente é um retardado e dos grandes, mas também isso seria indispensável para meu plano cujo próximo passo é: CORRER! Sai em disparada e ‘’sem querer’’ derrubei o Emerson.

Enquanto procurava a sala de aula da Vic. Perguntei a uma senhora:

-Me responde, onde é a classe dos alunos do primeiro ano?

-É no fundo do corredor à direita.

-Obrigado! –continuei correndo e gritei para a velhinha antes que outro engano fosse cometido. –E NÃO SOU O HARRY.

‘’No fim do corredor à direita’’ Beleza! Agora é só virar, porém tem um pequeno detalhe: À direita tem apenas uma parede e parede costuma ser sólida de vez em quando, além do mais a física ainda não permite que um ser humano atravesse objetos sólidos.

-Louis? O que você está fazendo aqui? –finalmente alguém acertou meu nome.

-Mama, me fala onde é sua sala?

-É a 202 aqui á esquerda, mas se estiver procurando a Vic...

-Isso, ela mesma! –Sai correndo de novo mais rápido ainda e deixei a menina falando sozinha, mas depois me desculpo.

No momento o que interessa é... Pedir desculpa também! Eu acho que me jogaram alguma praga quando o assunto se trata de mulher.

“Sala 202” “Sala 202” Achei, esta aqui. É só entrar, falar e pronto.

Respira, Louis, respira fundo e vamos lá.

-Victória, eu não quero saber do que você tem a me falar, apenas escute. Hoje fiz várias coisas de diferentes maneiras para estar aqui... Victória? Vic?

-Voltei meninas. –aquela velhinha entrou na sala falando com a Duda, Paola e a Sarah. –Menino que não é o Harry? Você por aqui? Bem, depois falo contigo. Ããã... Mariana entre, eu olhei o nome da aluna e sim é a tal de “Vequetória”.

-A senhora quis dizer Victória não é? –Sarah a corrigiu.

-Isso! Ela pediu transferência para o Brazil e a essa altura do campeonato já deve ter embarcado.

Narrativa de Paloma

A May é uma completa problemática. Se me mantiver em cativeiro fosse resolver alguma coisa eu até entenderia (talvez)! Só que não adiantará nada, ela só tem a perder com isso.

Aliás, em minha opinião, se o garoto que eu gosto ou amo estivesse namorando outra menina eu superaria e “partiria para frente”.

Minha sorte é que eu sei me comportar numa situação desse tipo. Para falar a verdade estou de boa! Apenas preciso prestar atenção quando houver uma falha no trabalho do segurança para tentar escapar

Ouço uma voz feminina se aproximando... Tinha que ser essa bruxa chegando para me atormentar mais ainda.

-Bom dia florzinha, como passou a noite? Não responda, eu acho que se amarrou... Entendeu? HAHAHAHAHA

Eu havia entendido essa piada, foi por causa das cordas pelas quais me “amarraram”. Mas é melhor ficar calada a revidar... Vai que talvez um trocadilho meu a incomodasse e madame decidisse cometer uma loucura.

Enquanto eu estava pensando em tudo isso acima, May soltava uma gargalhada arrepiante, bem de seu “naipe”. Em seu ponto de vista, ela deve se achar hilária.

-Então... Eu resolvi te libertar dessa imundície que é esse lugar e voltar a ter aquela vidinha mais ou menos, mas com uma condição. –o sorriso que eu havia feito quando a psicótica falou que iria me soltar se desfez com a existência dessa condição.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.