Notas iniciais
Girls, mais um pra vocês *-* Boa leitura!

Olhei pra ver quem era e era a puta da Camila.

Aymê: ora ora, olha quem esta aqui! – ela me encarou

Camiputa: vim ter o meu LC de volta – na hora que ouvi o “meu” quase avancei nela, mas me segurei.

Aymê: seu? – ri ironicamente — Ele nunca foi seu querinhada! Ele é meu! — Estendi minha mão direita e mostrei minha linda aliança pra ela.

Camiputa: haha, ele é meu, sempre foi meu! E não vai ser nenhuma putinha que vai tirar ele de mim.

Aymê: o que tu disse?

Camiputa: ta surda agora garota? Eu disse que ele é m... – antes dela teminar, eu meti o tapão na cara dela.

Aymê: minha filha, ele não é seu, se toca! – sai da pensão, e as meninas vieram atrás.

Camiputa: VOLTA AQUI E BRIGA COMO MULHER VAGABUNDA, ACHO QUE NEM ISSO SABE FAZER! – ela gritou, eu virei com tudo e olhei pra cara de puta dela e ela tava rindo, fui andando devagar até ela.

Aymê: vagabunda é a tua mãe – apontei o dedo na cara dela, e ela bateu no mesmo – só sabe fazer isso? Hm, que pena! – meti o soco no nariz dela que o mesmo sangrou na hora, acho que até quebrou – meça as tuas palavras pra falar de mim tua puta. – ri da cara dela, dei as costas e sai andando, até que ouço alguém gritar.

XxX: EI! CUIDADO! – na hora senti um puxão no meu cabelo, ah, no meu cabelo ninguém toca, virei dando uma rasteira nela, até que ela caiu de costas no chão.

Aymê: VAGABUNDA! NO MEU CABELO NINGUÉM TOCA! LEVANTA AGORA, E VEM BRIGAR CADELA! – ela se levantou com dificuldade e veio andando até mim, peguei ela pelo pescoço e soquei as costas dela na parede mais próxima que tinha ali, comecei a enforcar ela com as duas mãos – cadê a fodona agora em? – ela tava ficando roxa, sem ar, fiquei assim por um tempo até que a soltei, e ela caiu no chão tossindo, tentando recuperar o ar, fiquei olhando pra cara dela, ela se levantou, e esperei pra ver o que ela ia fazer, ela puxou m canivete do bolso do short dela, e veio pra cima de mim, segurei a mão dela, mas acabou rasgando meu braço.

LC: QUE PORRA É ESSA AQUI? – na hora eu olhei pra ele, e a vagabunda furou minha barriga na hora, eu dei um grito de dor, e coloquei a mão aonde ela furou, e tirei o canivete de lá, e joguei-o no chão e vi minha mão cheia de sangue, o LC correu até mim – OLHA O QUE VOCÊ FEZ SUA VAGABUNDA!

Ele meteu um soco na cara da Camila, senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto, eu tava morrendo de dor, puxei a arma da mão do LC, e a última coisa que eu me lembro foi de ter atirado em alguma parte dela e ouvir um grito, e depois mais nada, só me lembro da escuridão. Acordei em um lugar todo branco, com as paredes cheias de raízes de árvore, sei lá, pisquei algumas vezes e olhei pro lado e vi um homem em pé ao meu lado, me assustei vendo quem era.

Aymê: Pai? – ele sorriu pra mim, e eu retribui, mesmo eu estando meio assutada.

Jorge (pai da Aymê): oi minha filha.

Aymê: mas... Como? – perguntei confusa.

Jorge: estou aqui por você filha, tome cuidado com as tuas decisões, com as pessoas que você escolhe pra ficar ao seu lado, mas sempre que precisar eu vou estar bem aqui – ele colocou a mão em cima do meu coração, sorri pra ele, e só ai senti o gosto salgado das lágrimas – eu te amo minha filha – fechei os olhos, e dormi.

Acordei em outro lugar branco, mas era diferente do de antes, ouvi o barulho das máquinas lá, olhei pro lado, e vi o Lucca dormindo no sofá do meu lado. Fiquei olhando pra ele, até que ele se mexeu e abriu os olhos, ele me olhou, e nossos olhos se encontraram. Sorri pra ele, e ele retribuiu, veio até mim, me deu um selinho demorado.

LC: até que fim amor! Tava mó preocupado com você! Que susto deu na gente.

Aymê: aquela vagabunda! – minha voz tava fraca – eu mato ela!

LC: de novo? – olhei pra ele confusa – você não se lembra? – ai que eu comecei a recordar, Camiputa... Briga... Canivete... Barriga... Arma... Tiro. Coloquei a mão na barriga e senti o curativo.

Aymê: vagabunda – tentei levantar, mas senti um pouco de dor e gritei – AAAAAAAAAAAAAAAAAI – fiz careta, o LC arregalou os olhos, deitei de novo.

LC: você não pode fazer esforço! Fica quietinha ai! – ele disse autoritário, revirei os olhos.

Aymê: quanto tempo to aqui? – olhei pra ele confusa.

LC: dois dias. – na hora que ele disse eu me lembrei da viagem dele na hora.

Aymê: mas não era pra tu ta viajando?

LC: sim, mas como eu iria pra lá sabendo que minha mulher ta numa cama de hospital e que quase morreu? Em? – dei de ombros, e olhei pro lado – ei olha pra mim. – não olhei – você ainda ta brava?

Aymê: to só um pouco chateada contigo, mas tudo bem, deixa pra lá... Vai quando pra lá agora?

LC: vou amanhã de manhã... Não consegui adiar mais a viagem. – ele bufou.

Aymê: já? Poxa – fiz bico, ele riu e dei um beijinho no meu bico – e quando eu saio daqui? – bufei.

LC: vou chamar o méd... – na hora fomos interrompidos pela porta abrindo, e eu vejo Fred entrando no quarto com um jaleco branco, e fiquei com a cara de “o que ta acontecendo aqui?”

Fred: vim ver como a paciente está – ele sorriu sem graça, ouvi o LC bufar.

LC: o que você faz aqui? – o Fred revirou os olhos, e eu segurei o riso.

Fred: o médico que tava cuidando dela teve que ir pra casa porque o filho ta passando mal, ai ele me ligou pedindo pra ficar no lugar dele temporariamente – sorri de lado, e o Fred viu e eu percebi os olhos dele brilhando, ain :/ — deixa eu te examinar... – ele começou a ver um monte de coisas lá que nem sabia o que era, e mediu minha pressão e examinou os batimentos do meu coração e blabla. – O corte não foi muito fundo, mas como tu viu o sangue saindo tu desmaiou por conta disso, e como estava sedada dormiu esse tempo todo. Se comporte, vou te dar um remédio pra você dormir, e quando você acordar já vai poder ir pra casa ok?

Fiquei tão feliz que sorri e não sei como não rasguei meu rosto, rs. Assenti, ele injetou um liquido junto com o soro, e ele saiu. O LC que até agora tava de cara fechada, me deu um beijo na testa, e depois nem me lembrei de mais nada. Acordei depois de um tempão pela cara porque tava tudo escuro, olhei pros lados e vi uma menininha sentada no sofá que tinha ali, ela era loirinha dos olhos azuis, branquinha e fofa, ela sorriu pra mim, eu estranhei, mas sorri de volta ela se levantou e veio até mim.

XxX: você é tão linda moça – awn, que gracinha de menina, ela é tão linda, mas parecia tanto comigo quando criança que até estranhei.

Aymê: ér... obrigada anjo – ela sorriu

Mas após isso fechei meus olhos fortemente e abri eles novamente depois de um tempão, que acho que até cochilei um pouco, e a menininha tinha sumido, e quem tava lá deitada era a May, estranhei, mas deixei pra lá. Tava com vontade de ir no banheiro, levantei com dificuldade, e acabei esbarrando num vaso de flores que tinha ali e fez um barulhão que a May até acordou assustada.

May: o que você pensa que ta fazendo? – ela falou irritada

Aymê: indo ao banheiro? – falei como se fosse óbvio – vai ficar parada ai ou vai me ajudar? — rapidinho ela veio me ajudar e fui pro banheiro andando, e ela carregando o treco de soro lá, levantei o vestido ridículo de hospital, abaixei a calcinha, abaixei no vaso, mas não sentei, fiz xixi, terminei, me limpei, levantei, me ajeitei. Voltamos pro quarto, e o Fred tava entrando no quarto.

Fred: e como está minha paciente preferida? – sorri sem graça, e senti meu rosto queimar.

Aymê: to bem – sorri novamente.

Fred: ótimo – ele colocou a prancheta em cima da cama, pegou um algodão, veio até mim, tirou o soro da minha veia e pressionou o algodão aonde o soro estava, limpou certinho lá, jogou o algodão fora, e colocou um bandeid aonde tava o furinho, ele olhou pra mim. – pode tomar um banho se quiser e se trocar que vou resolver a sua alta, e já volto pra fazer outro curativo, me espere aqui – assenti, ele sorriu e eu retribui, ele saiu porta a fora.

May: toma...

Ela me entregou minha bolsa da Inglaterra, eu peguei e fui em direção ao banheiro, abri a bolsa e tinha uma toalha lá, tirei a roupa horrorosa do hospital, e entrei de baixo do chuveiro, tomei uma ducha rápida, sai, me sequei com cuidado por causa do curativo e peguei a roupa me vesti, coloquei o meu vans que tava lá (roupa que tava na bolsa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=104318846&.locale=pt-br ), penteei o meu cabelo com os dedos mesmo e prendi ele em um coque fouxo, sai do banheiro, a bagunça do vaso já tava limpa, e a May nem estava mais lá, quem tava sentado no sofá era o meu maninho e junto com o LC, sorri pra ele, o Ivan veio até mim e me abraçou com cuidado.

Ivan: fiquei com tanto medo de te perder – suspirou, e eu deitei minha cabeça no peito dele

Aymê: vaso ruim não quebra maninho.

Ivan: mas racha, e de tanto rachar ele vai quebrar – ele alisou meus cabelos, e beijou o topo da minha cabeça, me aconcheguei mais nele, e fiquei abraçada nele, até ouvir o barulho da porta, olhei e era o Fred.

Fred: vamos trocar? – assenti, me afastei do Ivan, e sentei na cama, o Fred tirou o curativo sujo, limpou os pontos de leve, e passou uma pomadinha que chega aliviou a dorzinha que senti quando ele limpou os pontos, ele fez outro curativo. – prontinho, agora pode ir pra casa, mas nada de aprontar, e fazer esforço, ah, e tome esse rmédio caso sentir dor – ele me entregou uma caixinha de remédio, joguei dentro da bolsa, ele sorriu.

Aymê: obrigada Fred – sorri pra ele, e ele assentiu. O LC veio até mim e me abraçou por trás, procurei pelo Ivan, mas ele nem tava mais ali, deve ter ido embora já..

LC: vamos? – ele falou perto do meu ouvido, que chega me arrepiei um pouco.

Aymê: vamos. – olhei pro Fred e ele tava com cara fechada olhando pra gente, mas quando ele percebeu que eu tava olhando tentou disfarçar. – então... tchau doutor Schütz – ele riu e eu sorri, ele acenou com a cabeça e saiu porta a fora.

LC: odeio esse mlk ai – me virei pra ele e dei um tapa na cabeça dele.

Aymê: deixa disso! Mesmo depois de tudo ele é eu amigo! Por causa dele que to contigo, então cala a boca.

LC: sou grato a ele, mas ainda o odeio!

Aymê: af! Vamos logo Lucca! – ele pegou na minha mão e pegou minha bolsa, e fomos saindo do hospital de mãos dadas, e veio uma senhora chorando na nossa direção, fiquei olhando confusa

XxX: VOCÊ! – ela disse gritando – VOCÊ MATOU A MINHA FILHA! – ela gritou novamente, ela ia avançar em cima de mim, mas o LC entrou na minha frente, fazendo a mesma parar.

Aymê: matei mesmo, eu quase morri por causa dela, quem manda ela se meter aonde não era chamada, dar em cima do meu homem, e querer vim dar uma de fodona pra cima de mim? QUE SE FODA ELA! – eu disse a última frase gritando.

Puxei a mão do LC, e fomos saindo do hospital ignorando os gritos da velha escrota lá. Fomos da direção da Ferrari preta do meu amor, ele me ajudou a entrar do lado do carona, eu entrei, ele fechou a porta e foi pro lado do motorista, ele entrou no carro, ligou o mesmo e foi dirigindo até minha casa, ele estacionou lá na frente, saiu do carro, e veio pro meu lado, abriu a porta pra mim e me ajudou a sair do carro, sai do mesmo, ele pegou minha bolsa e fechou a porta, me apoiei nele e fomos até a porta da minha casa, ele abriu a mesma, e me ajudou a subir pro meu quarto, sentei na minha cama, olhei pra ele e ele estava me fitando do canto do quarto, sorri de canto.

LC: ta sentindo muita dor amor? — ele perguntou meio preocupado, mas com algumas intenções.

Aymê: não...Tá doendo mais não, graças a Deus. — ele me olhou maliciosamente.

Notas finais
Será que alguém adivinhou que era a Camila em? E a Aymê deu um baita susto na gente né? rs, mas como ela mesma disse "vaso ruim não quebra". E acho que tenho uma notícia ruim pra vocês, tem somente uns 10 capítulos para acabar a fanfic ):, mas enquanto isso vamos aproveitar que estamos aqui ainda *-* Beijos meninas ;*