Notas iniciais
Oi gente, bom, hoje eu não tenho muito a dizer, até mesmo porque, esse capítulo dispensa qualquer tipo de palavra. Bom, espero e acredito que vocês vão gostar, boa leitura e nos vemos lá em baixo...

– Sente-se um pouco. – Disse Edward. – E saiba que podemos ficar à vontade esta noite. Estamos totalmente a sós.

– Mas quem vai pilotar?

– Eu.

– Então eu vou ficar sozinha? – Perguntei não gostando muito da história.

– Não, vou só virar o iate na direção do oceano e colocar no piloto automático até uma ilha que eu gosto bastante, que fica há mais ou menos uma hora daqui.

– Tudo bem. – Eu disse me animando novamente.

– Vou na cabine pra direcionar o iate e depois colocar no piloto automático. Estarei de volta em cinco minutos.

– Tá okay.

Edward saiu e eu fui até a ponta do iate, observando o mar enquanto ele virava em direção ao mar, que parecia sem fim. A noite era de lua cheia e estava muito estrelada. Eu não sabia ao certo o que, mas sempre havia algo que me agradava e muito nas estrelas, talvez a sua beleza ou até mesmo seus mistérios, estrelas estavam na minha lista de coisas favoritas no mundo.

– Posso saber no que a moça mais bonita deste iate está pensando? – Edward perguntou chegando por trás de mim, me abraçando pela cintura, assim como no Titanic.

– Eu sou a única moça deste iate. – Eu disse sorrindo.

– Mas isso não quer dizer que seja menos bonita do que se houvesse milhares de mulheres aqui.

– É, você está certo.

– Mas e então? No que está pensando?

– Nas estrelas.

– Nas estrelas? – Perguntou interessado

– Sim. Você gosta?

– Nunca parei pra pensar nas estrelas, mas é algo que acho interessante. Estrelas pra mim são algo que eu não conheço, porém gostaria.

– Eu tenho um telescópio e gosto de observá-las por ele. Às vezes fico horas só olhando.

– Eu sei, lembro quando você comprou no antiquário. Tão linda.

Edward beijou o meu pescoço e em seguida segurou minha mão, me levando até um pequeno e confortável sofá, onde sentamos lado a lado. Ele abriu uma garrafa de vinho e me entregou uma taça, encheu a minha e em seguida uma outra que era dele.

– A esta noite. – Disse enquanto brindávamos.

– A esta noite. – Repeti e em seguida nós bebemos. – Edward. – Eu disse a fim de retomar ao assunto anterior.

– Oi?

– Você já queria ficar comigo naquela época? – Perguntei realmente interessada na resposta.

– Que época?

– Quando nos encontramos no antiquário.

– Eu quis ficar com você desde a primeira vez que te vi.

– Sério? – Perguntei impressionada. – Porque você pareceu não ter gostado muito de mim.

– Aquilo foi porque eu te queria, muito.

– Mas no que isso influenciava em você ser um mala comigo?

– Eu tinha medo de não conseguir lidar com aquilo, então a melhor forma de te afastar ou até mesmo fazer com que você pedisse pra sair era sendo grosso e eu estava me saindo bem com isso, só que nossos pais começaram a namorar, com isso eu e você e viajamos juntos, ficamos no mesmo quarto. A situação foi ficando impossível de se contornar e eu acabei cedendo, mas depois daquilo, eu tinha prometido a mim mesmo que não iria se repetir e que eu voltaria a ser como antes, só que quando eu te vi na segunda-feira, percebi que não tinha mais pra onde correr, eu já estava envolvido demais pra deixar pra lá.

E eu sorri feito uma idiota para ele. Por que Edward estava fazendo isso? Se a intenção dele era realmente não ter nada sério não era muito justo ficar dizendo essas coisas. Ainda mais pra mim que não posso ouvir uma palavra de afeto saindo de sua boca que já parece grande coisa. Céus! Eu nunca fui assim!

– E a Tânia? Você não era tão resistente a ela como tentou ser comigo.

– Porque com a Tânia nunca foi algo que eu considerasse grandioso, eu nem mesmo cheguei a dar em cima dela se quer saber. Ela já trabalhava lá antes mesmo de eu ser presidente da empresa e vivia se jogando pra cima de mim desde a época de estagiário. Só que eu não queria, ela era bonita, mas eu nunca fui do tipo de cara que se atrai por mulheres muito oferecidas, não vejo muita graça, até o dia em que faltou luz no prédio pouco antes de nós sairmos. Não tem escadas no meu andar e só estávamos eu e ela, a luz estava demorando a chegar, eu estava estressado, enfim, acabou rolando.

– Mas você continuou o lance de vocês, então você gostou.

– Gostei, admito. Mas é aquilo que eu te falei, Tânia nunca foi algo grandioso. Eu saia com outras mulheres mesmo estando com ela.

– E por que você achou que eu seria “algo grandioso”? Ou pelo menos, mais grandioso que a Tânia.

– Porque eu me conheço, estava te achando interessante demais. Me lembro como foi a última vez que achei uma mulher “Interessante demais” e não terminou bem. Quer dizer, no final deu tudo certo, mas os primeiros meses foram complicados.

– Victória?

– Sim.

– Você ainda sente algo por ela? – Perguntei com medo da resposta.

– Eu já te disse o que sinto por ela.

– Mas naquela época eramos menos íntimos, acho que agora você já pode me dizer qualquer coisa mais à vontade.

– Eu adoro a Victória. Muito mesmo. Ela é uma das mulheres mais especiais que já conheci. Mas a forma que eu enxergo ela hoje e a forma que eu a enxergava a alguns anos atrás é completamente diferente. E eu sei que pra ela funciona do mesmo jeito. Nós eramos muito apaixonados, mas nossos objetivos eram distintos, então foi melhor nos separarmos mesmo. Não vou dizer que foi fácil tanto pra mim quanto pra ela, depois que terminamos, ficamos mais ou menos três meses nos encontrando ocasionalmente porque nenhum dos dois estava mais aguentando, mas não tinha pra onde correr, continuar com aquela relação era prolongar o sofrimento tanto pra mim quanto pra ela e isso era algo que nós dois sabíamos, mas não tínhamos coragem de falar e dar um fim definitivo, até que ela foi corajosa o suficiente e disse que por mais que não estivesse com raiva de mim, era melhor nós não nos vermos mais pra conseguir dar um fim e foi isso que aconteceu, a melhor coisa que ela poderia ter feito, já que quando nos reencontramos ela já estava até de casamento marcado e depois disso foi 100% amizade, tanto da minha parte quanto da dela.

– Mas vocês... Sei lá, não se sentem meio estranhos ou até mesmo nunca mais falaram sobre o passado?

– Falamos sim, mas não nos sentimos estranhos. Bella, eu não sei se acredito em amor entre homem e mulher, mas vendo a Victória e o Riley juntos é como se eu chegasse bem próximo a acreditar. Eles realmente se gostam e dá pra ver que não é apenas algo carnal, como eu e ela éramos, eles se completam de várias formas, é algo bonito de se ver. E eles sabem que são especiais um pro outro, tanto que ele sabe tudo que nós tivemos no passado e ainda sim é um grande amigo meu, vive me chamando pra ir na casa deles e tudo mais.

– Então você e Victória é um passado enterrado.

– Com certeza.

– Edward. – Agora eu já ia mudar de assunto. Na verdade estava aproveitando o fato dele estar tão comunicativo. – Por que você age assim com as pessoas?

– Como assim?

– Você tem se revelado um cara incrível, mas se eu dissesse isso pra qualquer um lá da empresa eles provavelmente iriam rir da minha cara.

– Nossa, sou tão mal visto assim? – Perguntou sorrindo.

– É. – Garanti, rindo também. – Eu só não entendo o motivo de ser tão fechado e mal humorado, se na verdade a sua essência não é essa.

– Eu não gosto de me abrir muito com as pessoas. – Disse visivelmente mergulhado em pensamentos. – Pra ser sincero se eu pudesse escolher, escolheria conseguir ser com você a mesma pessoa que sou com os outros, mas por algum motivo eu não consigo, não mais.

Agora eu estava dividida em achar isso fofo ou achar um tanto deprimente. Edward com certeza tinha certos problemas com comunicação, mas isso certamente tem a ver com algo que já o magoou no passado, eu poderia tentar a sorte e perguntar, mas ao mesmo tempo sabia que isso era arriscado demais. Ele poderia apenas me ignorar e não falar nada, poderia ficar bravo por eu querer saber tanto ou na mais remota das probabilidades me contaria. Então, por medo dele ficar bravo e acabar estragando todo o clima da noite que tinha tudo pra ser especial, preferi esperar mais um pouco, até me sentir segura o suficiente pra perguntar sobre seu passado e todos os motivos dele ser como era.

– Qualquer dia você vai ver como é bom tratar as pessoas bem e receber o sorriso satisfeito delas de volta como recompensa. – Finalizei a conversa e ele sorriu lindamente para mim.

– Adoro a forma que você diz essas baboseiras sobre amar ao próximo e tudo mais.

– Não são baboseiras.

– Tudo bem. – Disse enquanto se aproximava e me beijava docemente. – Você está com fome?

– Um pouco.

– Hoje não temos um jantar. Preparei alguns aperitivos. Acho que você vai gostar.

Edward levantou e trouxe uma bandeja, com algumas bruschettas de tomate e mangericão, depois canapés de banana com pimenta, muffin de gorgonzola, carpaccio de salmão defumado com alcaparras, entre outros petiscos que apesar de peculiares, eram divinos, fora os frios e espetinhos com frango, camarão ou carne com os mais diversos molhos, tudo isso acompanhado de um ótimo vinho tinto. Edward era um homem de muito bom gosto de uma forma geral, era sempre muito caprichoso e pensava nos mínimos detalhes para uma noite perfeita.

Algum tempo depois de termos parado de comer e conversar, eu me levantei e fui até a ponta do iate novamente, observando o mar e sentindo o vento em meus cabelos. Edward segurou minhas mãos e as puxou, fazendo com que meus braços abrissem, como asas.

– Feche os olhos. – Ordenou e eu prontamente obedeci, não me arrependendo em absolutamente nada, era como se eu estivesse voando, nenhuma sensação jamais se compararia àquela.

– Me sinto no Titanic. – Eu disse sorrindo e ainda com os olhos fechados.

– Esta é a intenção. – Sussurrou contra meu ouvido. – A questão é... A noite está especial o suficiente?

Abri os olhos e me libertei de suas mãos, virando para ele, fazendo automaticamente que meu corpo ficasse apoiado nas barras de ferro ao redor do iate.

– Por que você acha que deveríamos dar este passo? – Perguntei realmente interessada em sua resposta.

– Porque somos dois adultos, ambos com a vida sexual ativa, visivelmente interessados um pelo outro, que já estão saindo há uma semana e estão completamente sozinhos em um iate a caminho de uma ilha paradisíaca. Acho que não há motivos pra adiar algo que ambos queremos tanto. – E beijou o meu ombro em seguida.

– Edward... – Eu disse com os olhos fechados, apenas sentindo a energia e o tesão passando pelo meu corpo.

– Hum?

– Eu também não aguento mais esperar. – Confessei.

E então, antes que eu pudesse pensar em abrir os olhos, seus lábios já estavam nos meus, de uma forma urgente e apaixonada, eram insaciáveis e de certa forma os meus também, parecia que eu nunca teria o suficiente deste homem.

Edward começou a beijar meu pescoço e seus braços foram passeando de minha cintura até meus quadris, onde ele segurou firme e me ergueu do chão. Puxei a exagerada quantidade de panos que havia nele para cima e cruzei minhas pernas ao redor de sua cintura enquanto ele rapidamente uniu seus lábios aos meus novamente e me levou até o grande e confortável sofá branco que ficava ali fora mesmo. A princípio, ficamos resumidos a beijos, mas aos poucos Edward foi ficando mais ousado e suas mãos começaram a subir o meu vestido, eu, obviamente, deixei. Quando ele já estava levantado até a altura de meu busto, eu apenas levantei os braços e Edward o tirou completamente, me deixando apenas com a fio dental vermelha que ele tinha separado para que eu usasse hoje, não estava de sutiã, já que o vestido era aberto atrás. Assim que Edward jogou o vestido no chão, ele olhou para o meu corpo em seguida, como quem tirasse fotos com os olhos, e eu aproveitei, é claro. Desatei o nó de sua gravata rapidamente, tirando-a em seguida,sua camisa social também não teve vida longa. Agora sim, estávamos com o busto despido, igualmente. Edward abaixou e me beijou novamente, e sem demorar muito, começou a descer seus lábios curiosos e incessantes por meu pescoço, e pela minha clavícula, até que chegou em meus seios, onde ele encontrou seu lugar e se deleitou, chupando-os e ocasionalmente mordendo-os, fazendo com que eu rolasse os olhos de prazer, e como se não bastasse, seus dedos que até então estavam no seio oposto ao que sua boca estava, desceram lentamente, até encontrar minha calcinha, na qual ele brincou um pouco com o elástico até finalmente tomar a liberdade de me tocar por debaixo dela, na mesma hora que seus dedos frios tocaram minha intimidade que fervia de excitação, praticamente rosnei de prazer. Ele tocou meu clitóris com a ponta dos dedos e começou a massageá-los em movimentos uniformes e intensos, fazendo com que eu gemesse.

– Você gosta disso? – Perguntou com a voz rouca. – Hein?

– Hu... Huhum. – Eu disse com certa dificuldade.

– Diga pra mim o quanto está gostando.

– M... Muito. – Eu disse entre um gemido.

– E isso é só o começo. – Alertou com sua voz extremamente sensual embargada de prazer.

Edward abaixou, trilhando beijos pela minha barriga até finalmente chegar onde eu tanto ansiava, em pouco tempo ele já havia tirado minha calcinha e sandálias, e lá estava eu, completamente nua, me contorcendo de prazer e expectativa, foi então que senti seus lábios em minha intimidade encharcada de excitação – Literalmente. – e em seguida sua língua. Edward sugou meu clitóris e eu me contorcia, já esperava por este momento há tanto tempo e quando ele finalmente aconteceu, parecia que não fazia sentido algum esperar tanto por algo tão maravilhoso. Senti uma louca sensação tomando conta do meu corpo conforme sua língua me penetrava habilidosamente, sensação essa que fez com que me arrepiasse da cabeça aos pés e um calor tomasse conta de mim, e ia crescendo e crescendo, até que finalmente explodiu, fazendo com que eu fosse até o céu em questão de segundos, me deixando totalmente aérea e relaxada. Eu respirava fundo pra lidar com tanto prazer, mas parecia algo fora do meu alcance. Edward então parou, fazendo com que imediatamente eu me sentisse exposta, vazia. Porra, por que ele parou?

– Você quer o que agora? – Perguntou enquanto se ajoelhava entre minhas pernas, fazendo com que eu lembrasse do que poderia ser ainda mais interessante do que o oral que ele estava me retribuindo. Sorri maliciosamente enquanto as imagens do que estava por vir se formavam em minha cabeça.

– Faça o que estamos esperando há tanto tempo. – Pedi.

Edward sorriu de lado e em seguida puxou uma camisinha do bolso de trás da calça. Ergui uma sobrancelha para ele que prontamente percebeu.

– Um homem prevenido vale por dois.

– Espero que valha mesmo. – Eu disse maliciosa.

Edward desabotoou a calça, fazendo com que eu olhasse sem nem mesmo disfarçar para o enorme volume que já havia ali. Ele abaixou a calça, porém sem tirá-la, em seguida foi a vez de sua boxer, revelando então, seu enorme amiguinho que me esperava já erguido.

Edward o segurou com uma das mãos e roçou levemente em minha entrada, fazendo com que eu gemesse em antecipação, sempre brincando comigo, hora ameaçando entrar, hora tirando.

– Edward... Por favor... – Implorei.

E então, de uma só vez, ele me penetrou, fazendo com que eu gritasse, não de dor, mas de um satisfatório e inesperado preenchimento que eu venho adiando e ao mesmo tempo esperando há uma semana. Pode ter sido impressão minha, mas juro ter ouvido ele gemer também.

– Porra... – Ele disse parecendo muito satisfeito, assim como eu estava. – Tão apertada!

Mordi os lábios olhando para ele, e sem desviar os olhos dos meus ele começou a se movimentar, de início, lentamente, para que ambos pudéssemos nos adaptar ao corpo um do outro, e quando nossos corpos começaram a se encaixar perfeitamente, ele aumentou a velocidade, porém alternando em estocadas profundas e rasas, eu gemia deliberadamente, e sem me importar, já que estávamos sozinhos. Sempre achei que essas mulheres que gemiam como estrelas de filmes pornôs eram fingidas, já que por mais que sexo fosse bom, nunca era algo grandioso o suficiente para fazer com que eu descesse do salto e gemesse feito uma vadia louca, mas agora eu via que estava completamente enganada, sexo era grandioso o suficiente sim. As atrizes de filmes pornô e algumas mulheres poderiam até estar fingindo, mas que isso era real, isso era.

Edward gemia masculinamente e rolava os olhos, era evidente que estava sendo bom pra ele também. O que estávamos tendo ali, eu nunca em nenhum momento anterior àquele, tive em toda a minha vida. Minhas unhas estavam cravadas em suas costas, como se minha vida dependesse dele estar ali, com o corpo colado ao meu, nossos corpos roçavam conforme ele subia e descia e o nosso contato visual era contínuo, até que não aguentei mais e supri a vontade enlouquecedora que eu estava sentindo de beijá-lo, e ele retribuiu, e sem perder o ritmo! Só após mais algum tempo de completo êxtase, digamos assim, ele gozou, mas isso logo após de eu ter chego ao ápice, novamente, com a mesma sensação que tive enquanto ele fazia o oral em mim, bom, acho que tive meu primeiro e segundo orgasmo no mesmo dia. Assim que terminamos, deitamos lado a lado, olhando as estrelas.

– Meu Deus... – Ele disse enquanto passava as duas mãos no rosto. – Como você pôde me privar disso por uma semana?! – Eu ri, não apenas pelo elogio, mas pelo pensamento dele ser exatamente como o meu.

– Eu sei que fui uma boba por ter perdido tanto tempo. – Assumi.

– Você é maravilhosa. – Disse um pouco mais baixo, agora ele parecia sem graça. – Eu nunca senti nada parecido com isso que a gente teve.

– Eu sei. – Disse sabendo exatamente do que ele estava falando. – Essa conexão, essa faísca.

– É! – Disse parecendo aliviado por não ser o único a sentir. – Onde você esteve esse tempo inteiro?

– As coisas acontecem no tempo certo, Edward. Sempre no tempo certo, nunca se esqueça disso. – Eu disse sorrindo e olhando para ele, que sorriu de volta e bom, de certa forma eu podia garantir que naquele momento, por algum motivo, eu me sentia completa.

Notas finais
E aí, gente? Comentários, por favor, eu PRECISO saber o que vocês acharam!