Épicos Revolution

1 Welcome to the Jungle


Notas iniciais
Essa fic está sendo repostada de um jeito bem diferente. Ela era do Spirit e agora é a minha primeiro do Nyah!
Espero que gostem!!

Um ônibus chegava a seu ponto. Já estava bem escuro, era tarde da noite e apenas os postes da cidade permitiam alguém enxergar alguma coisa naquela rua cheia de lojas fechadas. Muitas pessoas desceram ali, mas uma delas se destacava com suas roupas largas e blusa xadrez. Possuía longos cabelos ruivos os quais iam até a altura dos quadris. Essa pessoa descia carregando uma mala e tinha uma mochila nas costas. Era alguém com um boné virado pra trás e que pelo jeito que olhava ao redor, não poderia conhecer menos o lugar.

- Você sabe onde está? Você está na selva, minha criança, você vai morrer! –pensou alto e riu da própria fala. –Bem vinda à selva, Gunner!

Sorrindo confiante, seguiu caminhando e pedindo informações. Um simples sorriso em meio às poucas sardas daquele jovem rostinho.

P.O.V. on: Pâmela Oliveira

Oi. Sou uma garota de bagunçados cabelos azuis. A partir de hoje estarei escrevendo este diário. É que hoje resolvi começar a registrar as coisas, pois sinto que algo importante vai acontecer de agora em diante, entende?... Bem ... Vamos começar!

Hoje foi um dos meus últimos dias de férias e, como já estava acontecendo antes, passei o dia no escritório da minha irmã Samantha. Ela trabalha numa empresa, que faz instrumentos musicais, chamada “Mac’s Instruments”. O serviço dela é criar e desenvolver as propagandas da empresa, ou seja, toda a parte de publicidade é responsabilidade dela. E eu sempre fico numa mesa vazia do escritório enquanto ela está ocupada até os dentes. Tudo o que eu faço é desenhar e dar opinião.

- P.O.! –chamou-me interrompendo meus desenhos. –Me diz se ficou bom esse cartaz.

Fui até ela, vi a droga do cartaz e falei a mais pura verdade:

- Isso tá pior que os meus trabalhos de escola.

Acho que ela não gosta de sinceridade.

- O QUÊ?! Mas você nem faz os trabalhos! E não está tão ruim assim!

- Ah! Qual é?! Você fez essa coisa com canetinha e lápis de cor.

- É um esboço. –disse olhando-me séria. –Vou mandar algo mais decente pra gráfica, mas preciso ter noção de espaço antes, né cabeção?!

- Se não era pra aceitar a minha opinião, então porque pediu?

- Sem essa, P.O.! Você tem doze anos e não cinco. Já sabe muito bem como as coisas funcionam aqui.

Revirei os olhos e voltei para a minha insignificância no meu cantinho. Alguém bateu na porta e entrou sem esperar resposta. Era o chefe gordão da Sam e ele parecia meio nervoso. Eu apenas me mantive quieta.

- Samantha! Preciso que você me ajude!

- O que aconteceu? Houve algum problema?

- Até agora não, mas logo teremos.

- Hã? Como assim?

- Nenhuma banda quer mais ser patrocinada por nós. Todas correram para o lado do nosso concorrente! E sabe o que isso significa?!

- Sei. Nenhuma propaganda fácil e uma grande queda no número de vendas. O que você quer que eu faça?

- Publicidade é o seu trabalho. Dê um jeito e arranje alguém pra substituir as bandas que nos deixaram!

Ela arregalou os olhos.

- E de onde acha que eu vou tirar uma banda? Ainda mais uma que faça sucesso e não tenha patrocinador?!

- Não me importo com isso! Só consiga alguma! Te dou uma semana.

O gordão saiu batendo a porta e deixou a minha irmã nervosa de mais.

- Relaxe, Sam. Não é tão difícil assim achar uma banda. –disse desenhando.

- Ah, é?! Então faça o meu trabalho! –bufou. –Se você não entendeu, eu preciso achar uma banda de sucesso que aceite ser patrocinada por esta empresa! –ela se jogou na cadeira dela e pôs o rosto nas mãos.

- E quem disse que ela precisa ser de sucesso? –perguntei. –É só você achar um grupo de músicos e pronto. O sucesso vem com o tempo.

- Não posso patrocinar alguém que pode nunca vai sair do lugar! Tem que ser A banda, entendeu?

- Mas e se você transformar uma banda qualquer numa banda de sucesso?

Ela parou um tempo e pensou na hipótese.

- Nunca achei que diria isso, mas você é um gênio, P.O.!

- Disso eu já sabia. –sorri interna e externamente com isso.

- Só que como essa ideia foi sua, terá de me ajudar com todo o trabalho que isso me der. –quê?!

Tirei minha atenção do desenho e agora quem sorriu foi ela.

- O que você disse?

- É isso mesmo que você ouviu! Vai me ajudar a preparar os cartazes e a procurar algumas bandas por aí.

- O quê?! Isso aí é trabalho infantil! E que história é essa de algumas?! Você só precisa de uma!

O sorriso dela já era maligno.

- Seus braços não vão cair se me atender alguns telefonemas e pendurar alguns cartazes. E, se não reparou, isso pode dar errado, então é melhor ter outras bandas como garantia.

- Eu não vou fazer nada! –cruzei os braços.

- Vou contar pra mamãe que você não quer me ajudar. Sabe que ela odeia quando você não ajuda a sua querida irmã mais velha.

- Não me importo! Sou a mais nova! Ela sempre me perdoa por eu ser a fofinha da família.

Sofra com a realidade, Sam!

- Então tá. Vou pegar o dinheiro que ia te dar e vou comprar jogos pro Chuck!

- Por onde você quer que eu comece?

Certo! Eu admito! Minha irmã tem ótimos argumentos.

Quando dei por mim, estava pregando uns cartazes nos postes da rua principal. Depois de um tempo, resolvi parar pra respirar um pouco. Sentei num banco que tinha ali e fiquei olhando as reações das pessoas. A maioria passava direto ou olhava para o cartaz como se este fosse um insulto, provavelmente porque não gosta de música. Entretanto tinha uma galera diferente que lia o conteúdo dos cartazes e sorria ou anotava o número de telefone ou ainda reagiam de um jeito muito diferente.

Teve uma garota de cabelos loiros e absurdamente bagunçados que pareceu achar um bilhete premiado pelo jeito que vibrou de alegria, ela até saiu pulando e cantarolando. Tem cara de uns quinze e atitude de oito anos de idade. Ri com isso.

Uma menina séria de mais e com uma blusa do Sex Pistols olhou para o último que preguei e sem mudar de expressão anotou o telefone na mão. Era o exato oposto da loira.

Um garoto ruivo sorriu confiante e, enquanto anotava o número, um moreno com a blusa do Ramones parecia trocar umas ideias com ele sobre o que viam. Não sei porque, mas me pareciam irmãos, apesar de serem bem diferentes em rosto e em todo o resto.

Teve uma gótica que sorriu de canto e memorizou o telefone enquanto um japa sorridente olhava para os lados e rasgava a pontinha do cartaz do outro lado da rua. Assim que gritei repreendendo-o, a gótica levou um susto e o japa saiu correndo. Ele desapareceu e ela riu ao perceber o que tinha acontecido. Passei a maior vergonha por conta daquele infeliz.

Um monte de gente passou, mas ninguém teve uma atitude mais estranha do que aquela pessoa com as sardas no rosto. Demorei a perceber que era uma menina, pois as roupas que usava eram muito largas e escondiam qualquer curva que tivesse, mas eram incapazes de disfarçar seu rosto doce e delicado. Ela tinha o cabelo ruivo mais perfeito que já vi. A tal garota encarou o cartaz durante um tempo, depois retirou-o do poste e colocou-o na mochila. Levantei-me para pedir que não catasse o cartaz, mas, quando dei o primeiro passo, ela olhou pra mim com certa ternura, sorriu e depois fez o sinal de paz e amor com a mão esquerda. Assim que respondi o sinal ela virou as costas e foi embora. Não entendi o porquê do sinal até lembrar que eu usava uma blusa com o símbolo hippie. Qual será o rumo que ela vai tomar e será que irei vê-la de novo? Sinceramente não sei. Tudo o que sei é que seja lá quem ela for, não é uma má pessoa (apesar de ter catado o cartaz).

Ficamos a semana inteira cuidando de espalhar cartazes e atender aos telefonemas de pessoas tentando cadastrar suas respectivas bandas. Por sorte tivemos ajuda de duas pessoas: Chuck e Jay. Um é o vizinho da minha irmã e a outra é uma velha amiga dela. A Jay até que é legal, mas o Chuck...

- E aí, pirralha, já fez o que a sua irmã te pediu? –disse o descabelado de barba mal feita.

- Já espalhei a porcaria dos cartazes que ela me deu, mas e você?!

- Estou tomando conta da pirralha e isso já dá muito trabalho. –disse deitando-se no sofá do apartamento da Sam. –Me vê um refresco aí, pirralha.

Se a minha irmã soubesse o quão chato ele é, talvez não fizesse dele a minha babá.

Como eu não podia desobedecer ao senhor folgado ali, tive de fazer a porcaria do refresco, mas isso não quer dizer que eu vá agir como uma boa menina. Cheguei por trás dele e virei um copo inteiro na sua cabeça. Depois disso saí correndo.

- Volta aqui sua pirralhinha do capeta!!

Ele veio correndo atrás de mim, mas nunca vai me encontrar no meu...

- Aí está você!

- Como me encontrou?!

Ele fez uma cara séria.

- Você se escondeu debaixo da cama do seu quarto. Qualquer idiota faria isso.

Saí correndo de novo, mas ele me pegou pelo braço.

- Não dessa vez, pirralha!

Ele me arrastou até a cozinha e jogou o resto da jarra de suco em cima de mim.

- Aqui se faz aqui se paga, tampinha! –disse e começou a gargalhar muito. –Você deveria ver a sua cara!

- Você me paga, Chuck! –peguei a jarra de sua mão e ameacei jogá-la nele.

- Ei! O que está acontecendo aqui?!

Essa voz...

- Sam! Oi! A gente só estava brincando. –falou o descabelado tentando disfarçar. –Pode deixar que a gente arruma essa bagunça, né Pâmela?

- É, Chuck. A gente já ia arrumar. – fiz um sorriso inocente.

Ela semicerrou os olhos.

- Vou fingir que acredito nisso. Arrumem logo toda essa bagunça antes que eu me arrependa!

Limpamos tudo em uma hora. Tomei um banho enquanto aquele mala fez o mesmo na casa dele. Quando voltamos, Jay também estava lá. Ela tem a mesma idade da minha irmã, mas trabalha em algo totalmente diferente: psicologia. As duas fizeram o ensino médio juntas e não se separaram mais. Elas confiam muito uma na outra e sempre que vão fazer alguma coisa conversam sobre as ideias. Eu particularmente gosto muito da Jay, ela sempre é legal comigo.

- Oi, P.O.! Tudo bem com você, menina? –perguntou assim que me viu.

- Oi, Jay. Agora está!

Jay tem cabelos castanhos e costuma usar uma touca na cabeça. Quando me aproximei, ela me abraçou e bagunçou o meu cabelo como sempre faz. Eu adoro isso!

- Soube que andou aprontando, mocinha. Pegue mais leve com a sua irmã, ok?

- Tá bem, mas é que o Chuck é muito chato.

- Eu sei, mas ele também não merece tanto. Só não apronte tanto assim, pode ser?

- Pode.

Ela bagunçou o meu cabelo de novo e o Chuck chegou.

- Cuidado, Jay. Não se deve paparicar o demônio!

- Repete se for homem! –falei mostrando o meu punho.

- Ei! Ei! Ei! Sem essa gente. –pediu Jay. –Não vamos brigar por bobeira.

- Mas ele me chamou de...

- Eu sei, P.O.. É que algumas pessoas não se dão conta do quão infantil estão sendo apesar de já terem vinte e cinco anos na cara.

- O quê? Foi ela quem jogou um copo de suco em mim sem motivo!

Jay fez uma cara bem séria.

- Ela tem doze anos.

- E daí?

- Daí que você jogou uma jarra de suco inteirinha em cima dela. Quem está mais errado aqui?

- Mas foi ela quem começou!

Ela revirou os olhos.

- Tenho certeza de que você a provocou. A Pâmela não faria algo assim sem um bom motivo.

- Eu não fiz nada.

- Foi exatamente por isso, seu folgado! –falei. –Eu que tive de pregar todos aqueles cartazes, sozinha!

Samantha brotou do nada, ali.

- Que história é essa?! Eu pedi pra que os dois fizessem isso!

- Vish! –falou o descabelado. –Eu acho que deixei alguma coisa no fogo!

Ele saiu correndo, entrou no apartamento dele e trancou a porta.

As duas ficaram com os olhos arregalados e sem palavras.

- Ainda vou ficar de castigo por conta do acidente do suco? –perguntei.

- Não. Ele mereceu. –respondeu Sam. –Venham, vamos jantar antes que eu me esqueça da educação que recebi e estrangule o meu vizinho.

Sentamos à mesa e começamos a comer macarrão com almondegas. Elas trocavam algumas ideias enquanto comiam.

- (...) E aí as bandas se tornariam conhecidas o suficiente pra manter as vendas num número aceitável. –explicou Sam.

- É uma ótima ideia, mas que tipo de banda está pensando em arranjar?

- Sei lá. Alguma que eu goste. Desde que a galera não seja problemática está bom.

- Mas não adianta nada ter duas bandas iguais e talvez uma problemática seja exatamente do que você precisa. Os problemáticos fazem a cabeça da juventude.

- Concordo com a primeira parte, mas não quero gente que só me traga problemas.

- Então tá. No que está pensando?

- Todo mundo adora adolescentes, então umas bandas de crianças seria a coisa perfeita pra fazer sucesso. Uma delas tem que dar certo e de qualquer maneira só vou escolher os mais qualificados pra isso.

- Adorei! Vou falar com as crianças da escola onde trabalho. Tem uma galera que toca muito bem.

- Posso chamar a Andressa? –perguntei.

Andressa é minha amiga da escola. Minha amiga hippie que parece que vive nos anos 60, mas não usa drogas se é nisso que está pensando.

- Ela canta muito bem. –completei.

- Sem problemas, mas porque você não tenta também? –Falou Jay.

- Eu não tenho talento pra música, mas se a Andressa conseguir, posso ajudar a banda dela?

- Claro. –respondeu Sam. –Isso me ajudaria muito, sabe? Sempre que a banda dela precisar de alguma coisa ou algo assim você que vai me falar como se representasse eles. Facilitaria muito o trabalho, afinal sou péssima com nomes.

- Oba! Vou fazer alguma coisa legal no final das contas! – comemorei.

- Certo agora acabe de comer, pois você vai lavar a louça.

Ela sempre corta meu barato.

- Porque eu?

- Porque você ia quebrar a minha jarra caríssima na cabeça do Chuck e eu preciso atender ao telefone que logo deve voltar a tocar. –ela se levantou e colocou os pratos na pia a qual estava lotada. –Só espero que não façam mais o que fizeram comigo outra hora.

- O que aconteceu? –perguntou Jay.

- Uma pessoa ligou pra Sam de madrugada. –respondi.

Foi muito engraçado!

~flashback on.

O telefone toca tão alto que Samantha logo pula da cama. E eu também acabei acordando no meu quarto. Apesar da hora e do cansaço, pulei da cama e peguei o outro telefone no mesmo instante que a minha irmã atendeu o dela. Assim pude ouvir a conversa.

— Alô? –Falou Sam com uma voz claramente sonolenta.

— Oi! Você é a Samantha do proje... –Interrompida.

— Olha aqui, são cinco e meia da minha sagrada manhã de sábado e eu estou morta! Aproveita essa sua disposição e vai pro inferno! –Grita desligando o telefone. –Meu Deus! Porque ninguém educado me liga?
Coloquei o telefone no lugar e me segurei pra não rir enquanto voltava pra minha cama.

~flashback off.

- Esse povo não tem limites. –comentou enquanto minha irmã se dirigia para o quarto dela.

- Não mesmo! É por isso que eu não quero nenhum problemático! –respondeu enquanto saía.

Olhei para aquela pia superlotada e senti vontade de jogar tudo pela janela.

- Eu te ajudo, P.O.. –eu te amo, Jay!

O telefone tocou pouco depois da Jay ir embora. Samantha estava exausta com tantos preparativos. Havia relido alguns livros da faculdade os quais sempre mantinha com sigo e pregado novos cartazes pela cidade. Agora estava ali, largada no sofá como se tivesse desmaiado.

- Até que enfim. Um pouco de paz e sossego. Nada pode me impedir de relaxar agora.

- Sam! –chamei.

- O que foi, P.O.?

- Telefone pra você.

- Atende pra mim, por favor.

- A pessoa só quer falar com você.

- Diz que é engano, manda ela pro inferno e desliga!

- Ela disse que esse é o número certo e que se você quiser ela até te dá uma carona pro inferno.

- Me dá esse telefone!

Corri com o telefone e entreguei pra minha irmã e, como havia dois fixos nesta casa, peguei o outro e fiquei ouvindo a conversa sem que ninguém notasse.

- Quem é? –perguntou Sam.

A voz do outro lado era feminina e levemente rouca como se a pessoa cantasse aquelas músicas pesadas.

- Olá! Meu nome é Rose B. Willians, tenho 14 anos e adoraria fazer parte do seu projeto.

Olhei para trás e diretamente pela fresta da porta. Sam limitou-se a xingá-la mentalmente e a resmungar bem baixinho enquanto anotava.

- Está sabendo do teste no fim dessa semana agora?

- Não.

- Tivemos muitos inscritos e vamos escolher apenas os mais qualificados em um teste na sexta à tarde.

- Então eu te vejo lá! Muito obrigada!

- Não há de quê. Boa sorte.

A garota desliga o telefone.

- Rose, né... Você vai precisar de muito mais do que sorte pra passar nesse teste! Principalmente depois daquilo que você fez hoje de manhã!

Então, a pessoa que ligou hoje de manhã se chama Rose? Um nome estrangeiro? E nenhum sotaque? Ou é pobre ou eu não sei o que está acontecendo aqui! Mas de qualquer forma sabe muito bem ser B.R. com certo estilo!

Depois de um bom tempo arrumando as coisas e escrevendo os nomes numa lista, eu não podia ver a hora de conhecer essa galera que estaria por vir. Tipo, quem viria por aí? Peguei um caderno velho e comecei a escrever aqui. Até agora estou pensativa quanto aos músicos que conhecerei. Pode ser que venha gente chata por aí, mas também pode ser que eu conheça alguém legal, ou melhor ainda, posso acabar conhecendo o pessoal das melhores bandas desta década! Mal posso esperar pelo dia do teste que minha irmã vai organizar pra decidir quem entra nesse projeto!

P.O.V. off.

Era de noite e a garota ruiva andava sozinha na rua. Sua cara estava péssima, mas mesmo assim seguiu em frente até a pousada na qual estava hospedada. Ao chegar ao quarto escuro e em péssimo estado, trancou a porta, abriu sua mochila e despejou incontáveis panfletos e cartazes no chão.

- Aff! Nada dá certo... A Izza não me atende e nenhum desses ricaços malditos me aceita.
Sentou-se na frente da pilha de papel e foi rasgando um por um até que...

- Não me lembro de ter conferido esse... É meio estranho... Mas foda-se, é a minha última chance.
Quando pegou no celular percebeu que já era 23:30.

- Pensando bem, eu posso ligar amanhã.

Notas finais
Fic também postada no spirit.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.