É o que eu sinto
51 Juro
Notas iniciais
PVP Ana...
—Me solte seu idiota!.-Tentei empurrar ele.
—Na-na-ni-na-não.-Ele deu aquele sorriso piscótico dele empurrando os lábios contra os meus.
—Eu. Te. Odeio!.-Murmurei virando o rosto.
—Mas você será forçada a viver comigo pra sempre daqui a três dias.
—Te mato antes disso!.-o encarei seria por uns segundos até nos dois começarmos a gargalhar juntos.
—Você não me ama a esse ponto
—Mas te odeio a tal ponto, kani!.-ironizei lhe lançando meu olhar mais pervertido.
Seus olhos encaravam cada milimetro do meu rosto até chegarem aos meus lábios onde ficaram vidradros.
—Você é tão linda, estrelinha... Tão perfeita...-Ele disse ainda encarando meus lábios.
—Eu sei.-Ri com escarnio.
Kanato soltou os meus braços e segurou meu rosto com ambas as mãos.
—E tãaao convencida.-Ele sorriu
—É claro.
—Tão frágil e delicada. Uma verdadeira flor...
—Que rasgação de seda.-Coloquei os braços atrás do seu pescoço.
—Admita que você adora quando eu te elogio.
—É melhor do que quando você me troca pelo urso idiota...-Revirei os olhos sorrindo.
—Cale a boca! Eu não te dei o direito de falar assim do Teddy!.-Ele fechou a cara soltando uma gargalhada em seguida.-Você é tão ridicula.
—E você é tão irritante!.-revirei os olhos.
—Estrelinha, espero que seja uma boa garota.-Ele disse apertando meus braços e começou a morder de leve o meu pescoço.-Eu não paro no meio de um trabalho.-Ele disse e deu um chupão no meu pescoço.
Suspirei e o empurrei pra longe.
Me levantei e o puxei lhe dando um beijo daqueles.
—Tente não me contrariar muito.-Murmurei e abaixe o zíper da sua calça e desataquei o botão.
Tirei o seu chapéu de bruxo e tirei sua capa.
Enquanto eu tirava sua roupa entre o beijo ele abria os botões do meu vestido.
Era muito tecido, tecido demais e aquilo já estava me deixando louca.
Empurrei Kanato contra a parede depois que tirei a parte de cima da sua fantasia e me ganhei na sua frente.
Baixei a sua calça aé os joelhos e encarei Kanato, que estava com os olhos escuros pela luxuria, antes de abaixar sua cueca.
Respirei fundo antes de lamber seu membro.
As mulheres que me criaram teriam vergonha da pessoa que me tornei. Mas pouco me importa.
Chupei o seu membro com uma certa força o que fez Kanato soltar um gemido alto.
—Kanato!.-repreendi
Kanato me puxou pra cima pelo cabelo e me colocou de costas contra a parede.
—Ana.-Ele gemeu contra o meu pescoço e me deu um tapa na coxa.
Ele puxou meu vestido pra baixo com uma mão e puxava meu cabelo pra traz empurrando seu corpo contra o meu e beijava meu pescoço.
Gemido quando senti sua mão passear da minha barriga até dentro da minha calcinha.
—Kani.-Gemi sentindo seus dedos dentro de mim. Passei meus braços atrás de sua cabeça e o puxei pra mais perto.
Eu mordi o lábio contendo os gemidos enquanto rebolava em cima dos dedos de Kanato.
—Assim mesmo aninha. Gostosa!.-ele soltou meu cabelo e tirou os dedos de mim.
Ele começou a brincar com meus seios.
E eu estava tão entretida que nem percebi quando ele me penetrou e se deitou comigo no chão.
Agarrei suacinturacom minhas pernas facilitando seu movimento.
Ele levantou meus braços e me deu um beijo molhado.
—Poderíamos fazer isso por meio século eu nunca me cansaria.-Kanato disse assim que atingiu seu orgasmo. Ele se afastou de mim pra logo me virar e me deixar de 4.
Senti sua língua dentro de mim e dessa vez não segurei o gemido.
—Isso é muito bom...-Sussurrei pra mim mesma e minutos depois senti meu tão desejado orgasmo.
Me deitei no chão mesmo e Kanato deitou ao meu lado e fechou os olhos.
—Ei, o que esta fazendo?.-perguntei o abraçando.
—Pensando...
—E vocêê pensa?.-tirei Madá sua cara.
—Estou falando sério!
—E no que você esta pensando?.-perguntei apoiando meu queixo em seu peito.
—Vamos nos casar.-ele abriu os olhos e olhou bem fundo os meus.-Com completas desconhecidas.
—Ei, não é só vocês ainda tem eu e as garotas. Você acha mesmo que eu quero me casar agora?
—Tenho certeza que não. Não é essa a vida que eu quero! Trabalho e me casar por escolhas outra pessoa.
—E o que você queria?
—Viver em um lugar calmo. Fazer o que eu nunca pude.
—E por que você não faz?
—Ele nunca permitiria que eu fizesse isso...
—Por que você não...foge?.-sorri.
—Não sei se seriam uma boa ideia.
—Kani, você jade jogou do segundo andar. Não deveria ter medo do seu pai...
—Tem razão. Juro que vou pensar no assunto.-Ele me beijou
—Vamos voltar logo pra festa.-Me levantei para me trocar.
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