Notas iniciais
Yo, Diamantes! Ficaram curiosos no capítulo passado? o/ Terminei de editar a fic! /o/ Diamantes, o que está acontecendo com vocês? Vocês estão sumindo. Só pararam de comentar ou abandonaram a fic? Sei lá, eu já ''perdi'' vários leitores que eu adorava, mas eu não faço ideia porquê eles sumiram. Eu peço que vocês mostrem algum sinal de vida ;-; Eu nunca peço para vocês comentarem (tirando nas votações e-e'), mas agora eu estou preocupada. Eu vou tentar melhorar a fanfic, não se preocupem. Está saindo realmente do foco da história, mas esses capítulos já vão acabar e já vai voltar para a verdadeira história. Sem mais delongas, aí está um capítulo fresquinho para vocês. Eu estou me esforçando para encaixar os pedidos de vocês, então espero que gostem! Boa leitura!

Arregalei meus olhos.

— Ssspider... Creeper... O quêêê? — Falei chocada.

Cambaleei até a parede de pedra mais próxima e apoiei meus dois braços na mesma, olhando para baixo.

— Quem não tem cão, caça com gato. — Falou o Spider.

Será que... ele ficou muito depressivo com a rejeição da Ender e teve que se contentar com o Creeper? Mano... eu estava aqui o tempo todo!

— Bem, simbora! — Falou alegremente o Zombie.

— Eu sempre achei que ele era um par perfeito para uns yaoi. — Murmurou a Shadow.

— Não é hora para piadass... — Murmurei também.

Desapoiei-me e passei a mão no rosto. Ah, Jeb, porque isso acontece comigo? Está tudo virado ao contrário.

Senti uns tapinhas nas minhas costas.

— Você supera. — Olhei para quem batia. Zombie, para variar. Ele piscou para mim.

— Nem vem. — Passei dando um empurrão nele.

Vi que a Shadow fez uma cara intrigada e depois irritada para mim e que a Zune estava... limpando o nariz de sangue.

Estou sem paciência. Minha cabeça dói e estou com vontade de esmurrar alguém. E, para "melhorar" essa música alta e chata está me irritando.

Desci na frente apressada para que eu não ficasse surda com a altura da música.

Escutei alguns passos rápidos e me deparei com Ender, impedindo a passagem.

— O que foi, Cupa? — Ender me perguntou saindo da minha frente e indo para o meu lado.

— Ainda pergunta? — Continuei andando.

— Ah... Não se preocupe, eu ainda estou aqui! — Ela envolveu meu pescoço com o braço dela.

— O-O quê? — Disse meio envergonhada.

— Estou brincando. — Ela sorriu.

Hm... sei não. Parecia que a Ender estava falando sério.

Lancei um olhar de desconfiada, mas ela estava olhando para frente, então acho que não viu. Abri a boca para falar algo, mas fui interrompida.

— Ender! — Falou a Shadow. — O Zazu quer falar com você.

— Ah, ok. — Ela me soltou, deu meia volta e foi encontrar o Zombie.

Continuo andando normalmente, quando percebo que a criatura ainda está do meu lado.

Me virei com meu maior olhar mortal para ela, mas parece que não surgiu efeito.

— Então, Cupa... — Eu suspirei, logo depois a Shadow puxou meu capuz e começou a mexer no meu cabelo.

— Ow! Que abuso é essse? — Reclamei.

— É que... — Ela me fitou por mais alguns segundos. — Você está precisando tingir seu cabelo de novo.

— Como assim? Meu cabelo é natural.

— Então ele é naturalmente desbotado? — Perguntou virando a cabeça de lado.

— Hunf, dá para parar? — Levantei meu capuz e cruzei os braços.

— Aah... — Ela bateu as mãos. — Então é para isso que você usa o capuz. Saquei.

Massageei as minhas têmporas e ignorei o que ela disse.

Continuei seguindo em frente até um calor úmido atingir meu corpo. Nós até que chegamos rápido na vila.

O Zombie passou pela minha frente com a Zune pendurada nas costas dele. Paramos em frente a casa dos mortos-vivos.

— Bem... — Zombie engoliu seco. — Podem ficar aí na frente, qualquer coisa vocês podem avisar voltar para festa sem mim. — Ele informou e adentrou em casa.

Ele vai deixar mesmo nós plantados aqui na frente?

Bem, acho que não tem problema eu entrar lá dentro, já que a mãe do Zombie gosta de mim. Eu até posso descolar um rango. A comida daquele bar não tava com gosto de nada. E ainda mais eu não preciso suportar nem a Shadow nem ver os... Ugh, não consigo nem pensar nisso.

Entrei na casa de fininho atrás para o Zombie não perceber.

— Mãe? — Ele chamou.

— Aqui no quarto! — Escutei uma voz vinda de longe.

Enquanto ele ia para o quarto, eu me dirigi silenciosamente para a cozinha, mas a Zune — Que ainda estava pegando "carona" — me notou. Ela me lançou um olhar brincalhão e fingiu que ia tocar no Zombie. Eu balancei a cabeça em negação e fiz gestos rápidos para ela não fazer isso, mas o Zombie entrou no corredor e eu não pude mais vê-los.

Corri para a geladeira, e abri a mesma, quando fui pegar um pedaço de carne, escutei a voz do morto-vivo gritando "O quê? ZUNE!" e depois uma voz mais calma falando "Não grite".

Corri rapidamente para a sala.

— O que faz aqui? — Perguntou ele, com raiva, mas acho que não era por minha culpa.

— Nossa, é assim que você fala com a sua futura esposa? — A mãe dele surgiu do nada.

— Ah! Então eles ainda vão se casar? — Comemorou a Zune, contente.

— Não é nada disso. — Ele passou a mão no rosto e a mãe dele ficou rindo.

Ele, que estava serrando os punhos, e a irmã se dirigiram para a cozinha.

— O que houve? — Murmurei.

— Ah, nada demais. — A mãe falou calmamente. — Eu mandei a Zune lavar a louça, mas ela não queria e ficou fazendo pirraça. Então eu disse para chamar o irmão para lavar. — Explicou.

— Ah... — Bem, acho que qualquer um ficaria irritado, ainda mais porque ela disse que a mãe tinha "descobrido tudo" e na verdade era só isso.

Tentei pensar em alguma indireta para falar para ver se eu conseguia alguma coisa para comer, mas acho que demorei demais. O Zombie já tinha acabado de lavar e foi já saindo de casa. A Zune entrou na sala já andando.

— Espera! — Falou a mãe deles. — Eu vou na casa da Dona Silver Fish, será que você pode cuidar da sua irmã para mim?

A Zune deu um sorriso tão grande que parecia uma psicopata.

— Hunf, tá bom. — Respondeu o Zombie.

E mais uma vez a Zune foi correndo e subiu nas costas dele. O Zombie não pareceu se importar, parece que está acostumado. A mãe deu uma risada e depois nós todos nos dirigimos para fora. A mãe trancou a porta e fomos andando junto com o pessoal. Fiquei caminhando atrás, sozinha.

Vi que a Shadow estava falando com o Spider, com o Creeper e até com a Ender! Fiquei emburrada.

— Desde quando virou anti-social? — Escutei uma voz do além do meu lado.

— Dessde quando você virou asssombração? — Falei, arqueando uma sobrancelha.
Ele envolveu minha cintura com seu braço e me puxou contra ele.

— Desde quando...

— Ow. — Empurrei ele para o lado. — Espaço pessoal, querido. — Deixei meu braço reto parado em sua frente.

Ele riu, mas logo parou.

— Mas, falando sério, porque está aqui sozinha? — Ele botou a mão na minha cabeça.
Eu dei um passo largo para frente para que a mão dele saísse da minha cabeça.

— Não toque. — Falei ríspida. — Essstou aqui porque quero. — Encolhi os ombros e botei as mãos no bolso do casaco.

— Hm... Ok, então. — Falou por fim.

Mesmo eu tendo sido grossa com ele, o Zombie continuou a andar do meu lado.

— Ah, aqui a casa da Dona Silver Fish.

A zumbi foi bater na porta da residência, mas... pela janela eu vi aquela bruxa dentro da casa!

Ela estava sentada lendo um livro, mas desviou o olhar, que foi direto em mim. Olhei rapidamente para outra direção e tratei de seguir em frente.

— Alfred? — Falou a Ender.

De repente pude ver um bloco de terra... se virando? Ele se mexeu, mas depois saiu correndo em disparada.

A Ender começou a correr atrás do bloco, e, por alguma razão eu comecei a correr atrás dela. Fiquei com uma vontade do nada de correr.

Percebi que o Creeper também estava correndo do meu lado. Será que o "encantamento" dele pelo Spider passou? Hm... "encantamento"? Deve ser isso! A bruxa deve ter enfeitiçado ele e o Spider. Ufa, que alívio saber isso. Parece que toda vez que aquela mulher aparece acontece algo estranho... tipo agora.

A Ender caiu e logo depois eu e o Creeper também fomos para o chão. A Ender foi arrastada rapidamente por "algo". Não tenho certeza se foi alguém, pode ser uma corda bem fina que puxou ela, ainda mais, porque não existe seres invisíveis... não é?

— ALFREEED! — Ender gritou antes de ser puxada completamente para a escuridão.

— O-O qu...

Senti algo agarrando meus calcanhares e me arrastando pelo chão.

Tentei olhar para aonde estava sendo levada, entretanto só conseguia ver escuridão, nada além disso.

Notas finais
O que será que aconteceu? Alguém chuta? /o/ Ficou muito ruim? ;-; Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo!