Notas iniciais
Vamos ao troco minha gente XD Manda ver, Theo! (╭☞ ͡ ͡° ͜ ʖ ͡ ͡°)╭☞ Boa leitura!

Diana

Não faço ideia de que horas são quando acordo. Mas sei que algo me acordou. Pela claridade entrando pelos vãos da cortina, sei que já é dia. A minha cabeça dói para caramba.

Sou puxada com força para trás, colidindo com algo quente e duro. Olho sobre meu ombro e encontro Theodor. Foi isso que me acordou.

Sua mão vagueia para o meio das minhas coxas, enquanto sua boca ataca freneticamente meu pescoço.

– Bom-dia para você também! — Digo, surpresa pelo ataque logo cedo e ficando animada também. Aliás, tenho estado assim faz alguns dias.

– Você ainda quer na bunda? — Ele sussurra, me fazendo me afastar assustada.

– O quê?

Ele suspira aliviado.

– Ótimo, está sóbria, mulher infernal!

Apesar das palavras afiadas, ele abre um sorriso bonito e predatório. Me vira de costas para o colchão e me prende embaixo de seu corpo. Sua boca encontra a minha, me impedindo de dizer qualquer coisa. E depois de alguns minutos, eu não quero dizer nada. Tudo que importa é que ele continue me tocando. Esperei muito tempo por isso.

O que aconteceu ontem... Uou!

Começo a me lembrar de ontem. Primeiro de Tyler aparecendo de surpresa, então Peter o acompanhando. E depois a lavanderia... Eu toquei as partes íntimas de Theo!

E então as coisas ficam um pouco nubladas. Mas me lembro de Tyler insistir, por várias vezes para que eu bebesse. Não, insistir não, me lembro dele enchendo a maldita taça a todo momento!

– Na bunda, Theo? — Consigo me afastar de seus lábios possessivos para perguntar. — Eu bebi e te embaracei? — Pergunto, queimando de vergonha.

– Querida, você bebeu e acabou comigo. Eu passei a noite inteira acordado, imaginando quando seria o bastante de sono para o efeito do maldito álcool passar. E agora eu vou te foder, Diana, e espero que você não tenha nenhuma objeção sobre isso!

Não é como se eu pudesse ser contra. Já que no momento em que eu tento abrir meus lábios para dizer algo, ele entra em mim. Nem mesmo tinha percebido que estávamos nus!

Theo ergue minha perna, me forçando a rodear sua cintura. Ele segura-me com força e quando começa a se mover, não é delicadamente. É duro e forte. Como se estivesse desesperado. E eu acho que tenho uma inclinação para as coisas dessa forma, porque eu começo a sentir meu corpo se preparando para o orgasmo. Não tem nada de romance no ato. É tudo sobre se libertar. E eu faço isso tão rápido que me assusta. Mas Theo não me acompanha. Ele continua a bater com força e tão profundo que sinto um leve incômodo.

É selvagem.

Eu mal reconheço o homem... Me fodendo.

Me sinto tão sensível após o orgasmo que tento escapar de Theo.

– Isso dói! — Eu digo para ele quando me sinto prestes a explodir. Mas ele continua, seus olhos fixos nos meus e nenhuma compaixão visível. E então sou arremessada para um orgasmo infernal de intenso. E só então o rosto de Theo suaviza e ele se deixa ir.

Não nos separamos. Ele deixa sua cabeça descansar no meu pescoço. Respiramos com dificuldade e ele está tão vermelho e suado. E eu devo estar igual, mas me sinto tão bem!

Depois de alguns minutos nos recuperamos, ele sai de mim. E levanta seu rosto para me olhar. E o meu namorado carinhoso e cuidadoso está de volta. Ele me oferece um sorriso tão bonito que duvido que não sentiu a batida mais forte que meu coração deu ao vê-lo.

– Bom-dia... — Ele diz finalmente.

– Dia... — Digo apenas, cansada demais. Mas correspondo ao seu sorriso, feliz por ser despertada por ele...

***

A próxima vez que acordo é por culpa da minha bexiga. Theodor está espalhado no colchão, com seu braço abaixo da minha cabeça, servindo de travesseiro. Ele dorme tão profundamente que nem percebe quando me levanto e vou banheiro.

Não faço ideia de que horas são, mas sinto que dormi o suficiente. Então tomo um banho bem demorado e relaxante.

Apesar de estarmos no inverno, o aquecedor está ligado, então saio apenas enrolada numa toalha, sem ficar incomodada com a temperatura.

Olho ao redor do colchão, procurando minhas roupas. Acho minha meia calça perto da calça de Theodor e apenas um par de sapato. Meu vestido é algo que não está a vista e muito menos a calcinha! Talvez eu os tenha tirado em outro cômodo? Inferno de mente que falha com álcool!

Vasculho as caixas de roupas de Theo e pego uma camisa, a vestindo e abotoando até a altura dos seios, visto minha pantufa, que ele insistiu em deixar aqui, e vou para o andar de baixo.

Estou um pouco dolorida, mas me sinto relaxa. E a dor de cabeça de mais cedo, não passa de uma lembrança.

Vou até a sala, que está arrumada. Nada que entregue a reunião de ontem. Minha bolsa está na poltrona. Cavo nela até achar meu celular e me surpreendo ao descobrir que é quase uma da tarde. Theodor está atrasado para o trabalho. Tipo, muito atrasado!

Subo para chamá-lo, mas descubro que ele levantou já. A porta do banheiro está aberta e ouço o chuveiro ligado. Então desço de novo. Seria de mais ajuda se fizesse o almoço para ele.

Vou para cozinha e começo a vasculhar a geladeira. Acho que uma salada pode funcionar. E um linguine com... Abro o freezer e encontro uma bandeja de camarão.

Bem, ele já comeu isso essa semana, mas já que estou com pressa, e isso é fácil, que seja!

Começo a preparação do nosso almoço, completamente distraída e pega de surpresa quando Theodor se aproxima e me abraça.

– O cheiro está ótimo.

Ele beija meu pescoço, num ponto que descobri que gosto muito quando ele toca.

– Você está atrasado para o trabalho. — Aviso ele, aproveitando cada sensação de seus lábios acariciando minha pele. Mas então ele se afasta para me responder.

– Não estou. Avisei que não ia pela manhã.

– Oh... — Não sei se isso é um bom sinal. Ele parece estar deixando coisas importantes de lado para estar comigo.

– Mas preciso passar no escritório em algum momento para assinar alguns papéis.

– Certo. Você não acha que tem passado muito tempo comigo em seu horário de trabalho?

Ele me vira, devagar, me pressionando contra a pia.

– Discordo. Temos passado pouco tempo juntos. Preciso me esforçar mais.

Ele sorri. Reparo em sua roupa, nem mesmo está vestido para o trabalho. Usa jeans e uma camiseta azul-marinho. O cabelo está aquela bagunça que eu amo.

– Será que eu te machuquei de manhã? — Preocupação se estampa em seu rosto

Nego, sentindo meu corpo acender e as bochechas corarem.

– Você gostou...? — Ele sussurra a pergunta.

Apenas concordo, não estou muito de palavras nesse momento Acho que meu cérebro derreteu por causa de tanto calor.

Ele se aproxima e escova seus lábios nos meus. O sorriso grande sempre presente.

– Minha avó gostaria que jantássemos em sua casa hoje. Será que ainda está de pé?

Fico tensa. Eu já sabia que a conheceria essa semana, ele me avisou sobre. Mas eu esperava que fosse em território neutro, tipo algum restaurante, ou até aqui em sua casa.

– Tudo bem. — Digo, mas não estou segura. Talvez eu tenha um tempo de pesquisar sobre ela no Google. Quem sabe eu encontre algum site que fale sobre o que ela gosta? Seria pedir demais?

– Perfeito.

– O que devo vestir?

– O que te deixar confortável.

Resposta errada, garotão! É basicamente um encontro com a segunda mãe dele. A primeira impressão é a que fica!

– O que você vai vestir?

Ele e afasta e aponta para sua roupa.

– Isso.

– Certo...

Ele é neto, provavelmente ela ficaria feliz de vê-lo até mesmo de pijama.

– Vou te deixar em sua casa e passo no escritório enquanto se arruma. Parece bom?

Concordo, então, com um beijo na ponta do meu nariz, ele se afasta e puxa uma cadeira para sentar, e ficar me espiando.

Volto a fazer a minha salada e ele fica quieto por um longo tempo, até que o escuto soltar em breve gemido. Olho para ele, curiosa.

– Você está sem calcinha... — Ele divide

Sorrio.

– Eu não a encontrei. Será que você sabe onde foi parar?

Ele leva a mão para baixo na mesa, ajeitando o material.

– Não faço ideia. Mas uma coisa é certa, você tem um sério problema de calcinhas fugitivas.

Oh se tenho! Desde que conheci Theodor, essa deve ser a terceira ou quarta que desaparece misteriosamente.

Theodor Blake é um espantador de calcinhas!

***

Theodor me deixa em casa por volta das 16 horas a vai para o escritório.

Então a saga começa...

Eu não lembrava de ter tantas roupas. E o fato do meu aquecedor não ser tão bom quanto o do Theo, e funcionar quando quer, não ajuda com as provas de roupa. Quase fico com a terceira troca, já que está bem gelado hoje. Até mesmo desço e preparo um chá para ver se me aquece um pouco.

Quando meu celular mostra que são 17:30 e minha cama está cheia de roupa e eu não tomei decisão nenhuma ainda, opto por um jeans, como Theo. E a grande decisão fica na parte de cima, mas então a campainha toca e pego o primeiro suéter que vejo para poder abrir.

Pensei seriamente em dar a Theodor uma chave, me pouparia tempo, mas talvez seja muito cedo... Mesmo que eu já tenha uma cópia de sua chave. Mas isso por causa do projeto em sua casa, é claro!

Desço apressada, colocando minhas pantufas antigas e abro a porta. Amy está no portão. Saio para abrir para ela.

– Pensei que Theo viria...

A companhia dele certamente me acalmaria desse encontro.

– Diana... — Sua voz é séria e me faz olhar para ela imediatamente. — Eu preciso que fique calma. Está tudo sob controle agora.

Não gosto de suas palavras. Elas disparam alarmes na minha cabeça.

– É o Theo, eu preciso que você venha comigo para o hospital.

Theodor

Vim sem Amy e Simon. Pedi que ficassem em torno da casa de Diana, eu não precisava que ela saísse em outra revista. Isso certamente causaria certos danos para o relacionamento. Até mesmo porque não tínhamos conversado sobre a reportagem e fotos passadas ainda. Ela estava fazendo um ótimo serviço em ignorar isso e eu é que não iria lembrá-la.

Quando entro em minha sala, sou recebido pela carranca da minha secretária insuportável.

– Tirou férias? — Ela me pergunta.

– Sim. Pena que você não pode, né? Tem que continuar vindo todos os dias. — Faço a minha melhor cara de tristeza. — O que preciso assinar? Será que você nunca ouviu falar sobre serviço de entrega e recolhimento?

Ele coloca os papéis na minha mesa e cruza os braços.

– São coisas importantes, não podem ficar rodando por aí na mão de qualquer pessoa.

Passo a próxima hora lendo toda essa merda, que de importante não tem nada. E no final, já sem paciência, assino tudo que preciso e deixo na mesa de Alysha quando saio.

– Durval que falar com você. — Ela grita quando chego ao elevador.

– Então marque isso na minha agenda! — Reviro os olhos para ela.

Entro no elevador e ofereço um sorriso brilhante e um tchauzinho para a cara emburrada dela.

Pelo menos atormentá-la é divertido.

Desço para a garagem, está na quase na hora do pessoal sair, mas ainda está vazio o andar. Vou até meu carro, procurando, distraído, em meus bolsos pela chave.

Deixei o carro na minha vaga de sempre, longe dos elevadores Tenho certeza que essa não é a vaga do CEO, mas Alysha me apresentou ela como sendo minha no primeiro dia. A mais distante da entrada. Uma provocação, evidentemente. Mas não dei nenhum pio sobre isso. O que a deixou vermelha de raiva o meu primeiro dia todo. Ela ficava dando indiretas sobre carros e vagas, mas eu não cedi. Ate hoje não reclamei.

Quando finalmente acho a chave, destranco o carro e quando estou abrindo a porta, algo chama minha atenção. É um reflexo do que acontece atrás de mim. Um reflexo de algo vindo rápido em minha direção.

Notas finais
Esse capítulo foi igual a personalidade da Diana, de um extremo ao outro u.U Bj bjs e até segunda ;)